Destaques

EPICA chega ao Brasil em março com a ''The Ultimate Principle Tour'' (Ingressos no 2° Lote)

A banda trás a nova turnê mundial do álbum “The Holographic Principle” e do novo EP “Solace System”.

Shows:

Belo Horizonte (09/03 – Music Hall)
São Paulo (10/03 – Tropical Butantã)
Rio de Janeiro (11/03 – Circo Voador)
Porto Alegre (13/03 – Opinião)
Curitiba (14/03 – Spazio Van)
Manaus (16/03 – Teatro Manauara)
Fortaleza (17/03 – Armazém)
Recife (18/03 – Clube Português do Recife)

Morte de Dolores O'Riordan do The Cranberries não é suspeita, diz polícia

A morte da vocalista da banda Cranberries, Dolores O'Riordan, em Londres, não está sendo tratada como suspeita, disse a polícia nesta terça-feira, em meio a um grande número de homenagens a uma das artistas mais bem-sucedidas da Irlanda.
A cantora, de 46 anos, foi encontrada morta em um hotel na segunda-feira durante viagem para gravação em Londres antes de uma turnê, disse sua agente. A causa da morte não foi determinada.

A polícia de Londres disse em comunicado que uma mulher de 46 anos foi encontrada em um hotel na avenida Park Lane em Londres na manhã da segunda-feira e declarada morta no local. "A morte não está sendo tratada como suspeita", informou no comunicado.

Dolores O'Riordan ficou famosa aos 22 anos em 1993 quando músicas de seu primeiro álbum foram divulgadas pela MTV. A banda, cujos hits incluem, "Linger" e "Zombie" chegou a vender mais de 40 milhões de álbuns e se tornou o grupo de rock a vender mais discos na Irlanda depois do U2.

Em alguns momentos, a cantora sofreu com o sucesso da banda, abandonando uma turnê em 1996 citando exaustão e decepção e, depois, chegou a deixar sua terra natal por diversos anos para fugir dos holofotes.

Depois que ela se declarou culpada de agredir e cuspir em um policial irlandês em 2014, Dolores O'Riordan disse em entrevista que havia sido diagnosticada com bipolaridade e que estava sofrendo com o fim de seu casamento.

O primeiro-ministro da Irlanda, Leo Varadkar, se juntou aos muitos que elogiaram o trabalho de Dolores O'Riordan, descrevendo a cantora como "a voz de sua geração", enquanto a banda U2 disse, em publicação no Twitter, estar "desconcertada" com a notícia de sua morte.


Fonte:terra.com.br

Dolores O'Riordan, vocalista do The Cranberries,falece aos 46 anos!

Dolores O'Riordan, cantora do Cranberries, morreu aos 46 anos.

A banda divulgou nota dizendo que os integrantes "estão devastados por ouvir as notícias" e pediram privacidade "nesta hora muito difícil".

Não há mais informações sobre a morte. O corpo foi encontrado em Londres, onde o Cranberries participaria de uma gravação.

TARJA TURUNEN canta com MARCO HIETALA do NIGHTWISH pela primeira vez em 12 anos (vídeo)

Colegas de banda de longa data Marco Hietala do Nightwish e Tarja Turunen cantaram ao vivo juntos pela primeira vez em 12 anos durante um concerto no dia 14 de dezembro no "Heavy Natal" na Arena Elenia em Hämeenlinna, na Finlândia.

"Raskasta Joulua", que é "Heavy Christmas", é um projeto de rock Natalino sinfônico de todos os principais vocalistas e músicos de heavy metal da Finlândia.

Tarja foi demitida do NIGHTWISH no final da turnê de 2005 da banda ao ser apresentada uma carta que foi aberta publicamente no site da banda. Na carta, os outros membros do NIGHTWISH escreveram: "Para você, Infelizmente, os negócios, o dinheiro e as coisas que não têm nada a ver com emoções tornaram-se muito mais importantes".
O principal pilar do NIGHTWISH, Tuomas Holopainen, mais falou sobre a decisão de demitir Turunen "a coisa mais difícil que eu já tive que fazer". Por sua parte, Tarja disse que a maneira como ela foi expulsa do grupo provou que seus ex-companheiros de banda não eram seus amigos. "Talvez um dia eu perdoe, mas nunca vou esquecer", disse ela.


A cantora holandesa Floor Jansen fez sua estréia ao vivo como o vocalista do Nightwish, em outubro de 2012 no Showbox Sodo em Seattle, Washington, após a saída abrupta da vocalista da banda por cinco anos, Anette Olzon.

Como membro do NIGHTWISH, a Turunen lançou cinco álbuns, além de três álbuns ao vivo, um EP e catorze singles entre 1997 e 2005.

Matéria Original:blabbermouth.net
Tradução e Adaptações: Deusas do Rock

LACRIMOSA: Entrevista com Anne Nurmi por Wesley Poison!

Entrevista que Wesley Poison fez com a lendária estrela do Rock internacional Anne Nurmi da icônica banda LACRIMOSA.

No vídeo, Anne diz como tem sido sua turnê mundial para apresentar o CD novo. E também é abordado com ela temas importantíssimos como empoderar as pessoas a caminhar com forças em um mundo onde infelizmente há energias ruins,bullying.. piadinhas que diminuem as pessoas pelas suas diferenças... e falam como inspirar as pessoas em viver suas vidas ao máximo e sem medo. Está bem legal a entrevista. Assistam. 

Contato:

Anette Olzon: Resenha The Dark Element

https://img.youtube.com/vi/eOJiCsKx7SM/maxresdefault.jpg 
Três ano após o lançamento de seu primeiro álbum solo (Shine), a suéca Anette Olzon retornou esse ano com sua nova banda chamada "The Dark Element" que lançou o seu álbum auto-intitulado no último dia 15. O álbum traz o melhor da potência vocal de Anette Olzon e com toda uma produção que chega a igualar aos álbuns em que a vocalista gravou com o Nightwish, os riffs e solos do ex-guitarrista do Sonata Artica, Jani Liimatainen, também são um dos pontos altos do projetos, além das letras profundas e toda estrutura musical que compoe o álbum. As faixas de maior destaque são My Sweet Mystery, The Ghost and the Reaper, Dead to Me e Here's to You. O álbum foi muito bem recebido por fãs de diversos países e a banda está negociando o fechamento de datas para sua primeira turnê e o primeiro show já foi anunciado para o Sweden Rock Festival 2018 na Suécia ao lado de artistas como Tarja Turunen, Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Judas Priest, Helloween, Stone Sour e muito mais! Fiquem atentos as novidades na página oficial do The Dark Element e também da Anette Olzon pois a mesma anunciou que no ano que vem começará as gravações para seu segundo álbum solo!

THE DARK ELEMENT é um novo projeto musical liderado pela ex-vocalista Nightwish Anette Olzon, juntamente com o guitarrista finlandês e compositora Jani Liimatainen. A combinação desses dois talentos entregou um álbum de estréia que será uma declaração enorme na cena metal europeia. As expectativas são cada vez maiores por parte dos fãs. E não é de se admirar o talento envolvido! Anette é amplamente conhecida por ser a voz imaculada nos álbuns de sucesso da Nightwish, "Dark Passion Play" e "Imaginareum". Jani recentemente esteve ocupado em Cain's Offering ao lado do cantor Stratovarius Timo Kotipelto, mas deixou uma marca profunda nas mentes de todos os fãs do power metal graças ao seu tempo na Sonata Arctica. 

Com produção de Jani Liimatainen, o disco mostra que mesmo após esse hiato, Anette está em forma em todos os sentidos, mostrando que qualidade musical não se perde com o tempo. As duas primeiras canções já de cara são um dos destaques do CD, junto com Someone You Used to Know e Halo, que se não trazem nada de novo ao  Hard Rock, mostra a volta de uma excelente cantora que sabe como fazer música bem feita acima de tudo sem ser piegas. Participaram do Cd além de Anette nos vocais, Jani Liimatainen - guitarras, teclado e programação; Jonas Kuhlberg - baixo; Jani “Hurtsi” Hurula - bateria. As faixas do CD são todas repletas de empolgação, peso, força, melodia mixada com agressividade, enfim, tudo aquilo que todo bom fã de metal com vocal feminino adora, deixando claro que é um trabalho bem homogêneo, e que necessita de maior projeção, pois uma banda tão boa merece uma chance, uma vez que muitos medalhões já andam necessitando de uma aposentadoria. Boa banda, e indicada fortemente!






TRACKLISTING:

01. The Dark Element
02. My Sweet Mystery
03. Last Good Day
04. Here’s To You
05. Someone You Used to Know
06. Dead To Me
07. Halo
08. I Cannot Raise The Dead
09. The Ghost And The Reaper
10. Heaven Of Your Heart
11. Only One Who Knows Me
PRODUCED BY: Jani Liimatainen

MIXED BY: Jacob Hansen 



Matéria e edição por Sara e John / Revisão - Fallen Douglas.
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Morpheus Dreams: Entrevista Exclusiva com Christian Buchhaas


Que o Brasil é um país repleto de tesouros e preciosidades musicais, não temos dúvidas! Mas ainda assim, ficamos extremamente chocados quando nos deparamos com um trabalho de uma qualidade que nem de longe estamos acostumados a ouvir.
Em tempos de sexualização e poluição sonora, encontramos a paz serena e plena em um som que nos transporta a algo totalmente novo. Ouso dizer que em 28 anos de vida e alguns bons anos de experiência musical, nunca ouvi nada parecido com o que a Morpheu's Dreams trás para o cenário metal nacional e consequentemente internacional.
(Em breve estaremos trazendo uma entrevista com o Christian, contando tudo sobre o álbum What Dreams May Come?”).
Esqueçam os rótulos e entre na maravilhosa terra dos "Sonhos de Morpheu'. Apertem os cintos, e aproveitem a viagem.
Confiram abaixo a entrevista exclusiva com o gutarrista Christian Buchhaas:

01- Como surgiu a Morpheus’ Dreams? 
Basicamente da influência que peguei dos meus pais em ouvir World Music e do meu defeito de querer abraçar o mundo. Exatamente como uma criança numa loja de doces que tem de tudo...eu fui assim com a música. Claro, a Morpheus não começou pronta com o conceito que ela tem hoje, ela é uma evolução de ideias que surgiram ao longo do tempo, de quando comecei a estudar música e via bandas de amigos tocando. Fui “pegando” tudo aquilo que mexia comigo, botei num “pote” e via o que dava daquele milkshake. Começou com um nome e proposta bem diferentes de hoje, mas com o passar do tempo as ideias foram surgindo (algumas inclusive em sonhos, como o nome), amadurecendo e se solidificando até se transformarem no que a Morpheus é hoje.

02 - No processo de composição do álbum What Dreams May Come?, como foi para chegar ao material final do álbum? Quais foram as influencias?
Para chegar a esse resultado precisei ouvir muita coisa fora do comum pra tentar me aproximar do resultado desejado. Grupos como Irfan (da Bulgária), Nyiaz (do Irã), Anima (aqui do Brasil), Peter Gabriel (que tem uma forte influência da música africana), Loreena Mckennitt, entre outros. Isso fora do Rock ou Heavy Metal. 

03 - Podemos ouvir muitos elementos distintos no álbum que se casam muito bem, como por exemplo: erudita e metal, místico e gótico, algo que remeta ao coração de uma floresta e ao mesmo tempo, as galáxias. Como foi o processo de composição do álbum?
Não foi fácil, tampouco rápido. A Morpheus já tem alguns anos, e eu tenho o hábito de ir guardando o material conforme as ideias vão aparecendo, então as músicas possuem idades variadas. As que já estavam prontas passaram por uma revisão junto ao meu grande amigo e produtor Marco Nunes (Goatlove), as que não, foram aparecendo durante o processo conforme tocava ou com leituras e pesquisas. Depois as desenvolvia e revisa junto ao Marco. Sempre que encontrava algum tema que gostava, lia a respeito e trabalhava ele. Em alguns casos foi necessária uma pesquisa musicológica quando o tema abordava outras culturas ou gêneros musicais, como em “Lobo-Guará”, “D’arc (The Unburned Heart)”, “Ribat da Arrifana” e até mesmo “Dream Awake”. No caso da versão de “Sob o Sol” (de Marcos Viana) ouvi tudo o que encontrei, juntei tudo o que achei mais marcante e botei na mesma música.
A ideia de botar uma música que fosse abertura, “Emeraldine”, surgiu no final. Botar um solo de guitarra em “Star of Sophia” veio só depois de terminá-la. Um trecho da letra de “D’arc” veio só andando na rua ao ler a camiseta de uma pessoa que passava. Compor/criar é ficar atento aos sinais e situações também.  Além disso, foi necessária uma dose de desapego bem grande, pois vários refrões foram modificados do que eram originalmente.



04 - Pessoalmente, tive uma experiência de elevação ao ouvir algumas das músicas, posso dizer que foi um dos poucos álbuns que me atingiu a alma. Qual o conceito Central do álbum?
Antes de qualquer coisa fica meu agradecimento pelas palavras!! Ler ou ouvir que seu material faz bem de alguma maneira ou que atinge os outros profundamente faz parte da realização do sonho. Essa é a função da música, é o nosso maior objetivo como artista!! 
O “What Dreams May Come?” não possui um conceito único, possui sim duas linhas guias que, na verdade, são da Morpheus: a fusão com elementos étnicos, tanto na parte musical quanto lírica e as temáticas (num geral, não todas) ligadas ao universo onírico, muitas delas tendo como influência direta os contos de Sandman, do escritor inglês Neil Gaiman. 

05 - Como foi a escolha dos músicos?
Houve alguns critérios de escolha: musicalidade, profissionalismo e até mesmo equipamento. Ouvi o material de todos eles, recomendações a respeito, e, graças a Deus não foi complicado contatá-los. 
Tanto os músicos que eu já conhecia como os que me foram sugeridos por não conhecer pessoalmente naquele momento, caíram como uma luva e foram fundamentais pro resultado ter ficado com a qualidade do que ficou.
Três dos músicos (Bruno Ladislau, Dio Lima e Alírio) vieram pela indicação do amigo e dono da MS Metal Agency, Edu Macedo.


06 - Estamos diante de vozes muito poderosas. Como é trabalhar com potências como Fernanda Hay e Juliana Rossi?
Sempre quis gravar algo com ambas, então foi sensacional ter esta oportunidade, não só pelo fato de serem muito talentosas, mas também por serem pessoas leves, de bom humor, com uma ótima energia e tranquilas de trabalhar. Já as conheço há muito tempo (especialmente a Fê que, por ser prima da minha prima e as famílias estarem sempre juntas no fim de ano, a vi crescer e quase saindo das fraldas xD).

07 - Foi usado algum instrumento além dos convencionais?
Foi sim :D Em “D’arc (The Unburned Heart)”  e “Ribat da Arrifana” foi usado acordeom. No caso da Ribat tentei simular uma viola portuguesa, em “Shakespeare’s Secret Garden” hurdy gurdy e violino (que já é mais convencional) e “Dream Awake” uma viola caipira.

08 - A mistura de dois idiomas, no metal brasileiro, era inédito. E ouvindo “Lobo Guará” e “Ribat da Arrifana”, fica claro a capacidade e o brilhantina de como os dois elementos se completam. De onde surgiu a ideia? 
Acredito que esse tipo de fusão enriquece a música e valoriza não só seu resultado final mas também  a estória/história por trás dela. Na música japonesa é comum acontecer esse tipo de mistura, no caso, o japonês com o inglês. 
Adoro a língua portuguesa e acho-a muito bonita e rica, e como a Morpheus se propõe a trabalhar com fusões era uma experiência que precisava ser feita. Acho que deu certo xD mas não é nada fácil escrever em português no nosso cenário, pois existe um certo preconceito com o uso de nossa própria língua. 
No caso da Ribat ainda existe uma linha em latim no final dos refrões (Ira Tenax), e em D’arc um trecho de um poema em francês.

09 - Há alguma que te toca pessoalmente? 
Todas tocam de alguma maneira, mas “Star of Sophia” talvez seja a que toca mais profundamente. Ela fala sobre minha irmã. 

10 - Se pudesse escolher apenas uma música do álbum pra apresentar ao mundo, qual seria?
É difícil escolher um filho, mas, seria “Lobo-Guará”. Ela além de representar bem o que a Morpheus busca como banda (a fusão de elementos étnicos), já que é cantada em duas línguas e tem influências da música Flamenca, foi a primeira música que consegui fazer neste contexto, e acho ela muito bonita.

11 - Gostaria de agradecer a oportunidade e o trabalho brilhante desempenhado por vocês! Deixe uma mensagem nesse espaço!
Quem agradece o carinho somos nós!! Obrigadíssimo, Sara, e todos do “Deusas do Rock” pela oportunidade  \m/
E muito obrigado a todos que deixaram um espaço no coração para nossa música :D 
O sonho está só começando!!

Matéria e edição: Sara
Fotos: arquivo pessoal Christian

Evanescence lança Lacrymosa, versão Synthesis: Ouça!


A banda lançou na última sexta feira (27/10) a versão orquestrada de Lacrymosa, música que faz parte do álbum The Open Door. Essa versão se encontra no álbum Synthesis, que sera lançado dia 10 de novembro de 2017: Ouça!

Conheça a banda Fenrir's Scar, e seu novo álbum intitulado!

FENRIR’S SCAR – A FERA ESTÁ SOLTA

Antes de mais nada, vamos situar: Fenrir é um lobo-monstro que, de acordo com a mitologia nórdica, foi acorrentado pelos deuses, conseguiu se livrar e devorou Odin. Só isso. Assim, não é difícil concluir que uma banda que se chama Fenrir’s Scar não esteja fazendo um som tranquilo e sem emoção.
Sim, o nome está correto. É só ouvir o disco de estreia do septeto para concluir que tem uma fera ali. As referências citadas pela banda – Lacuna Coil, Within Temptation, Moonspell etc. – são só isso mesmo: referências. Porque Desireé Rezende (vocais), André Baida (vocais), Vinícius Prado (guitarra), Paulo “Khronny” Victor (guitarra), Gabriel Rezende (baixo), Graziely Maria (teclados) e Ildécio Santos (bateria) conseguiram imprimir identidade própria a cada uma das dez faixas de “Fenrir’s Scar”, o disco, o que faz da sua audição uma experiência única.
O fato de haver dois vocais, um masculino e outro feminino, logo leva a concluir que a banda aposta no esquema “a bela e a fera”. Negativo. Tudo bem, André Baida lança mão dos vocais guturais, mas a voz de Desireé nada tem de operística. Trata-se se uma voz feminina cantando – muito bem, a propósito – rock pesado. Ou seja, são dois cantores de verdade dividindo o microfone. Na dúvida, confira os temas que cada um canta sozinho, “Keep You Close to My Heart” (Desireé) e “Fenri’s Last Howl” (André).
Também se destacam o teclado de Graziely Maria, que não se limita a fazer “camas” para os demais instrumentos, mas é parte fundamental no som do Fenrir’s Scar, e as guitarras de Vinícius Prado e Paulo “Khronny” Victor, que destilam riffs, bases e solos de muito bom gosto.
As composições, todas assinadas por André Baida (uma delas, a já citada “Fenrir’s Last Howl”, em parceria com Rafael Borges), são o ponto alto do trabalho. Criativas, variadas e cativantes, fazem que a experiência de ouvir o disco algo agradável e sempre instigante, já que somos surpreendidos a cada novo tema.
Já as letras, em sua quase totalidade a cargo da vocalista (a exceção é a mesma “Fenrir’s Last Howl”), provam que existe, sim, quem tenha o que dizer no rock pesado nacional.
Faixas como “Beneath the Skin”, com um belo dueto entre André e Desireé, “Caliban”, com um pé no hard rock, “Dark Eyes”, que cria um interessante contraponto entre o peso da cozinha e a suavidade do teclado, e “Downfall”, movida por um riff pesado e grudento, estão entre as mais inspiradas do trabalho – mas “Fenrir’s Scar” é uma obra para se apreciar em sua integridade.
Gravado no estúdio Minster, na cidade de Campinas, o álbum conta com a produção certeira de Fabiano Negri, que deixou tudo claro, nítido, pesado e com aquela sempre bem-vinda dose de sujeira que os subgêneros mais pesados do metal exigem para funcionar bem. Mixagem e masterização ficaram a cargo de Ricardo Palma.
Talvez não exista clichê maior do que recomendar que um disco de rock seja tocado no volume máximo. Mas, neste caso, não deixa de se uma boa ideia. Afinal, a fera está solta. E ela vai rugir no seu ouvido. Esteja preparado, portanto.

Antonio Carlos Monteiro
Jornalista, músico e crítico musical


Links para streaming:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0UCnlYGAVi4XfLK7fJcVI1
Deezer: http://www.deezer.com/br/album/49270102
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/fenrirs-scar/id1292106555

Website: www.fenrirsscar.com
 Social Media:
https://www.facebook.com/fenriscar
https://www.youtube.com/FenrirsScar
https://twitter.com/fenrirsscar


Secret Rule lança video com Aylin: Assista Imaginary World


Secret Rule está realmente feliz em lançar seu novo vídeo/single 'Imaginary World' tirado do próximo álbum The Key to the World, que será lançado no dia 10 de novembro via Pride & Joy Music. Parceria. Henrik Klingenberg (Sonata Arctica) e Ailyn (ex-Sirenia), você não pode perder o incrível dueto de Angela e Ailyn! Veja abaixo:

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EVANESCENCE VOLTA COM UM VÍDEO CALEIDOSCÓPICO E EMOCIONAL: "IMPERFECTION"

O grupo liderado por Amy Lee chega no próximo mês com sua nova produção, intitulada "Synthesis".
Depois que Amy Lee aventurou-se com um álbum solo para crianças e nos apresentou alguns meses atrás, uma música (Speak To Me) que ela compôs para a trilha sonora do filme Voice from the Stone. O grupo lançará um novo álbum chamado Synthesis em novembro, que incluirá duas novas faixas e novas versões de suas faixas clássicas pelo produtor Will Hunt e compositor David Campbell, que as reformulou para serem realizadas com uma orquestra sinfônica.

Imperfection é uma das duas novas faixas da banda de músicas recém-escritas, e de acordo com Lee, é a música mais importante do novo álbum. A letra foi escrita na perspectiva de alguém que foi "deixado para trás" depois de um suicídio ou perda.

"Estou cantado da perspectiva da pessoa deixada para trás, a pessoa na sala de espera. É um pedido para você lutar pela sua vida, ficar. Não ceda ao medo - eu tenho que falar isso para mim mesma todos os dias. Ninguém é perfeito. Nós somos todos imperfeitos, e precisamente são essas imperfeições que nos fazem quem nós somos, e temos que aceitá-las porque há muito beleza nessas diferenças.Vale a pena lutar pela vida. Você vale a pena. "

A banda estreou o vídeo do tema, que joga com elementos eletrônicos e falhas que combinam com um baixo intenso na produção mais pop da banda até o momento. No clipe, vemos uma garota que perde alguém próximo dela por causa de um suicídio e, em seguida, o clipe se torna um caleidoscópio de fumaça, tintas e cores com Amy Lee cantando para aquela pessoa que deixou de não desistir..


O álbum Synthesis do Evanescence sera lançado oficialmente no dia 10 de novembro. Aproveite o vídeo Imperfection abaixo:


Tradução:Deusas do Rock

Evanescence: Assista o clipe emocionante do single 'Imperfection'

Em entrevista para a revista NME, a vocalista Amy Lee falou sobre "Imperfection". "Para mim, esta é a canção mais importante do álbum (...) ela é para todas as pessoas que perdemos, todas as pessoas que podemos perder, sobre o suicídio e depressão".

A vocalista ainda explicou com mais detalhes a letra da nova música:

"Estou cantado da perspectiva da pessoa deixada para trás, a pessoa na sala de espera. É um pedido para você lutar pela sua vida, ficar. Não ceda ao medo - eu tenho que falar isso para mim mesma todos os dias. Ninguém é perfeito. Nós somos todos imperfeitos, e precisamente são essas imperfeições que nos fazem quem nós somos, e temos que aceitá-las porque há muito beleza nessas diferenças".

Amy finaliza mandando um recado para todas as pessoas que enfrentam ou já enfrentaram esse tipo de dificuldade: "Vale a pena lutar pela vida. Vale a pena, lutar para você".



Imperfeição

Quanto mais você tenta lutar
Quanto mais você tenta esconder
Mais infectado, rejeitado, você se sente sozinho por dentro
Você sabe que não pode negar
O mundo está um pouco mais fodido a cada dia

Eu vou salvá-lo disso
Juntos, vamos superar
Apenas não ceda ao medo
Tantas coisas que eu teria dito se eu soubesse
Que nunca mais te veria

Quero te erguer para a luz que você merece
Quero pegar sua dor para mim, para que você não sofra

Não se atreva a se render
Não me deixe aqui sem você
Porque eu nunca poderia
Substituir a sua perfeita imperfeição

O jeito que você nos olha
Sua compostura falsa
Empurrando de novo e de novo e afundando-se mais e mais
O mundo está em seus ombros
Você realmente sabe o peso das palavras que diz?

Você quer um pouco disso
Você simplesmente não pode deixá-lo
Você tem um ego para alimentar
É tarde demais para superá-lo
Não olhe agora, mas a garotinha tem uma granada

Eu vou te erguer para luz que você merece
Vou trazê-lo para o mundo real, para que você possa assisti-lo queimar

Não se atreva a se render
Não me deixe aqui sem você
Porque eu nunca poderia
Substituir a sua perfeita imperfeição

Nós permanecemos indefinidos
Não podemos ser desenhados com uma linha reta
Este não será o nosso fim
Estamos vivos, estamos vivos

Não se atreva a se render
Não me deixe aqui sem você
Porque eu nunca poderia
Substituir a sua perfeita imperfeição

Não se atreva a se render
Ainda estou aqui ao seu lado
E eu nunca poderia
Substituir a sua perfeita imperfeição

Metal Brasileiro: Vos apresento Morpheu's Dreams


Que o Brasil é um país repleto de tesouros e preciosidades musicais, não temos dúvidas! Mas ainda assim, ficamos extremamente chocados quando nos deparamos com um trabalho de uma qualidade que nem de longe estamos acostumados a ouvir. 
Em tempos de sexualização e poluição sonora, encontramos a paz serena e plena em um som que nos transporta a algo totalmente novo. Ouso dizer que em 28 anos de vida e alguns bons anos de experiência musical, nunca ouvi nada parecido com o que a Morpheu's Dreams trás para o cenário metal nacional e consequentemente internacional. 
(Em breve estaremos trazendo uma entrevista com o Christian, contando tudo sobre o álbum What Dreams May Come?”).
Esqueçam os rótulos e entre na maravilhosa terra dos "Sonhos de Morpheu'. Apertem os cintos, e aproveitem a viagem.

Release
Formada originalmente em 1998, é uma banda paulista. Lançou em 2011 o single “Trismegistus”, e, em 2012, o single da música “Lobo-Guará”. Em 31 de Março de 2017 lançam o debut álbum “What Dreams May Come?”.
Influenciada por sonhos, misticismo e também pelas estórias de Neil Gaiman, a banda Morpheus’ Dreams desenvolveu-se com a intenção de trazer uma proposta musical diferente: a fusão entre elementos étnicos e o Heavy Metal. Letras e músicas combinam-se com os elementos linguísticos e musicais das mais diversas culturas, criando um ambiente rico, denso e onírico. Do Flamenco ao Tango, da música brasileira à Árabe, de toda cultura que abraça o mundo, e se entrelaça a riffs marcantes e baterias velozes. Esta é Morpheus’ Dreams, pesada como o Metal, e profunda como um sonho, lugar de onde veio o nome.

What Dreams May Come?
A distribuição do referido trabalho será conduzida pela Voice Music, que englobará tanto as lojas especializadas, quanto MegaStores. Enquanto que a sua versão digital, foi distribuída mundialmente através da CD-Baby. Todo o conceito gráfico foi desenvolvido pelo designer Carlos Fides, que já realizou trabalhos similares para bandas como Almah, Evergrey, Noturnall, entre outras.

>>>>>Baixe a letra de todas as músicas AQUI.<<<<<


Track List:

01. Emeraldine
02. Trismegistus
03. D’arc (The Unburned Heart)
04. Lobo-Guará
05. Shakespeare’s Secret Garden
06. Star of Sophia
07. Ribat da Arrifana
08. The Daughter of The Owls
09. Dream Awake
10. Sob o Sol
11. What Dreams May Come?


O álbum ainda contou com vocais de peso na cena underground brasileira: Fernanda Hay (OverAlive) e Juliana Rossi, respectivamente: 



Baixe o Spotify e ouça diretamente do seu smartphone

Christian Buchhaas – guitarra/violão/backing vocal

Formação Atual
Christian Buchhaas – guitarra/violão/backing vocal
Paulo Alonso – guitarra

Cast convidado para a gravação do álbum:
Produtor: Marco Nunes
Músicos: Marcell Cardoso (Bateria), Bruno Ladislau (Baixo), Dio Lima (Acordeon e Teclado), Fernanda Hay (Voz), Juliana Rossi (Backing Vocal e Voz) e Alírio Netto (Voz). Também participaram: Ricardo Vignini (Viola Caipira), Alexey Kurkdjian (Violino) e André Zangari (Hurdy Gurdy).

Links


Fotos e Release: Material pessoal da banda, Christian Buchhaas.
Materia e Edição: Sara Ribeiro

Pitty sobre a Cura Gay: "O problema é o preconceito"

A presença de Pitty na atual temporada do programa “Saia Justa”, do GNT, é sempre algo a ser pontuado. No programa da última quarta-feira (20), o tema não podia ter sido outro: a decisão da Justiça Federal liberar psicólogos a tratarem a homossexualidade como doença. Nesta quinta (21) um trecho da fala da cantora levou o debate também para as redes sociais do canal.
Assista:

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