Destaques

Evanescence: Banda anuncia álbum e turnê

A banda Evanescence, que vem trabalhando em seu novo álbum "Synthesis", divulgou que a produção está nos estágios finais e será lançada no outono norte-americano, período equivalente à primavera do Brasil. 
Conforme explicado pela banda em maio, o nome "Synthesis" foi dado ao álbum "porque é uma verdadeira síntese - a combinação, o contraste, a sinergia entre o orgânico e o sintético, e também entre o passado e o presente."
"Synthesis" também será composto de uma orquestra completa e um mundo sintético de batidas e sons, recriando canções antigas com tempos diferentes, com introduções e desenvolvimentos novos, além de duas composições originais inéditas.
No vídeo divulgado, Amy Lee também anunciou que a banda vai dar início à sua turnê pelos Estados Unidos e Canadá. Esta será a primeira vez que o Evanescence fará uma turnê acompanhado de uma orquestra completa, para que os fãs tenham, ao vivo, a mesma experiência do som produzido no estúdio.
Bring Me To Life, primeiro single do álbum será lançado dia 18/08/2017!

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Na Pele: Ouça a parceria incrível de Pitty com Elza Soares!

Há alguns anos a cantora Pitty escreveu uma música chamada “Na Pele” e sentiu que ela não pertencia ao disco em que vinha trabalhando, e a deixou para uma ocasião especial.

Tempos depois ela teve a oportunidade de mostrar a canção para a sensacional Elza Soares e surgiu a oportunidade para que as duas gravassem a faixa juntas.

O resultado foi lançado hoje, dia 04, e você pode ouvir logo abaixo.



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Conheça a banda Dixie Heaven!

             Força, Energia e Paixão pelo heavy metal é a melhor definição para a Dixie Heaven!
Com seu album de estréia "Riding the Thunder" a DH surge como uma banda promissora no cenário underground brasileiro. Com pegadas de heavy metal tradicional e power metal, sincronia nas guitarras, baixo e bateria com bastante peso e a voz marcante de Villu Castelo um dos mais poderosos, intensos e melódicos vocais femininos!

Com um carisma quase sobrenatural, show após show a DH vem deixando os fãs totalmente encantados com um desempenho altamente vigoroso!

Contato:

Conheça a banda americana Edge Of Paradise!

Edge Of Paradise é uma banda americana de hard rock / heavy metal que se formou em Los Angeles, Califórnia em 2011. A banda atualmente é composta por Margarita Monet (vocalista / pianista principal), Dave Bates (guitarrista), John Chominsky (percussionista) e Nick Ericson (baixista). A banda é conhecida por suas guitarras pesadas complementadas por influências sinfônicas e clássicas, bem como a grande faixa vocal de Monet. Em 2012, Monet apareceu nas "Top 25 Women in Hard Rock and Metal" da Metalholic.


Contato:
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Sorteio: KIT oficial do Evanescence!

O Deusas do Rock está com uma parceria muito legal com a Highlight Sounds.
A Highlight Sounds é a empresa responsável pela produção e vendas dos produtos de merchandise oficial de diversas bandas e cantoras no Brasil! Algumas delas são: Evanescence, Epica, Tarja Turunen, The Pretty Reckless, entre outros... Para conhecer mais acesse: https://hsmerch.com/
A HS cedeu alguns kits de brindes para o Deusas do Rock, hoje vamos sortear da banda: Evanescence. O kit contém: Pack de botton, adesivo, par de meia, camiseta e regata!
Clique e participe!
Para participar do sorteio você deve seguir as seguintes REGRAS:
1) Seguir o @deusasrock no instagram.
2) Seguir a @highlightsounds no instagram;
3)Dar um like na foto oficial;
4) Marcar 3 amigos nos comentários da foto oficial;
5) Esperar e garantir seu kit!

ATENÇÃO:

*Não é válido marcar pessoas que estão participando da promoção, perfis fakes, de famosos ou usados apenas para participar de promoções (Iremos verificar todos os perfis marcados, além das regras citadas acima);

**Você pode comentar quantas vezes quiser, apenas marcando 3 amigos diferentes por comentário;

***Envio do Kit apenas para território nacional!!

****A promoção será válida até dia 29/07/2017

O sorteio será realizado no dia 31/07/2017.

O sorteio será realizado no https://sorteiogram.com/

Fique ligado!

Boa sorte e VALENDO

Pitty: Ser mulher é sempre uma luta dupla!

Depois de um ano e meio em recesso por conta da gravidez e dos cuidados com a pequena Madalena, Pitty, 39, voltou aos palcos em junho deste ano no festival João Rock, em São Paulo, como única mulher no line-up. Em março já havia retornado às telas como apresentadora do programa Saia Justa, do canal fechado GNT. Ainda em ritmo lento, reorganizando a carreira, ela veio duas vezes a Salvador neste mês como parte de uma agenda especial de apresentações que planejou para 2017. No dia 10, esteve no Teatro Castro Alves como convidada do projeto Mulher com a Palavra, que discute empoderamento feminino. “Fico feliz por poder dialogar, debater, questionar, refletir junto com as pessoas. Isso não é ‘bondade’, é obrigação social de qualquer cidadão que deseja viver num ambiente mais justo”. A primeira convidada do evento foi outro ícone feminista, a cantora Elza Soares, com quem Pitty gravou uma faixa que será lançada ainda este mês. No dia 30, fará uma apresentação na Concha Acústica do TCA, para além da turnê do álbum Sete Vidas. “A relação com esse palco é totalmente emocional. Quando penso em tocar na Concha até hoje vem o frisson da adolescência, das primeiras vezes que eu pisei ali no Garage Rock e de como isso era importante”. Nesta entrevista, feita por e-mail, ela falou também sobre movimentos feministas radicais, a relação com os fãs e política.



Em recente entrevista concedida a Mônica Bérgamo, da Folha de S.Paulo, você falou sobre as dificuldades enfrentadas pela mulher durante o puerpério. Como está sendo conciliar a volta da carreira e os cuidados com Madalena?

Agora estou começando a me reorganizar. Tudo tem seu tempo, e, nesse caso, meu processo foi bem longo; fiz questão de me dedicar exclusivamente a ela nesse primeiro momento, e só depois de nove meses é que vejo as coisas começarem a se ajeitar. Voltei a trabalhar aos poucos, arrumei uma pessoa massa e de confiança para me ajudar a tomar conta dela.


Na sua volta aos palcos no João Rock 2017 você foi a única voz feminina do festival. Esse é um dos indícios de que o rock ainda é uma arena dominada por homens, o que implica maior número de referências masculinas. Quais referências femininas estão refletidas no seu trabalho?

Durante muito tempo minhas referências eram majoritariamente masculinas, muito por isso que você citou. O que também era um incentivo no sentido do pioneirismo, do quebrar barreiras. Esse desafio sempre me atrai. Com o tempo fui observando e encontrando as referências femininas e, depois, passei a valorizá-las e a fazer questão de mostrar isso para outras meninas que porventura venham a querer ter banda. Simone de Beauvoir, Florbela Espanca, Hilda Hilst, Carolina de Jesus, Elis Regina, Rita Lee, Madonna, Nina Simone, Tina Turner, Sofia Coppola, Kate Moss, Alison Mosshart... dá para citar uma lista boa de mulheres maravilhosas que me fazem querer fazer arte.

O show na Concha Acústica do TCA, no dia 30 deste mês, é um dos especiais que está preparando este ano, independentemente da turnê do álbum Sete Vidas. Qual a sua relação com esse palco e como espera que seja o retorno?

A relação com esse palco é totalmente emocional. Quando penso em tocar na Concha até hoje vem o frisson da adolescência, das primeiras vezes que pisei ali no Garage Rock e de como isso era importante. Aquele palco era só para bandas que eu admirava, tinha assistido tanta gente ali e de repente eu estava naquele palco. Era, e continua sendo, uma conquista. Tenho muitas histórias com a Concha... já entrei muito de penetra porque não tinha dinheiro para o ingresso! Já caí naquele fosso numa roda de povo bem boa mesmo. Uma vez, acho que foi Garage, levei meu irmão novinho, com uns 10 anos, e botei ele no meio do povo com um amigo meu tomando conta enquanto eu tocava. Ou seja, já deu pra sacar que pisar naquele chão vai estar carregado de significados, de amores, de dores, de emoção.


Apesar de morar fora de Salvador há 14 anos, ainda acompanha a produção musical soteropolitana? Como vê o cenário do rock, especificamente?

Ultimamente não tenho tido muita notícia, mas é porque também com esse lance da gravidez, de repouso, etc., eu não tenho visto é nada de canto nenhum (risos). Foi um período onde nem notícia de jornal eu conseguia ler! E ainda estou abrindo espaço para isso porque gosto de estar ligada no que está rolando, principalmente aí. Acho que não é tão novo assim, mas me amarro em BaianaSystem.


Suas composições sempre foram inspiradas em momentos pessoais da sua vida. No último álbum, Sete Vidas, isto é bem evidenciado, com músicas que retratam uma internação hospitalar e a morte do seu ex-guitarrista Peu, por exemplo. De que forma a maternidade tem influenciado seu trabalho?

Ainda nem cheguei a esse momento. A vida está me atropelando de tal forma que nem tenho tempo para escrever, refletir. Acho que esse momento vai rolar mais pra frente, quando a parte prática estiver mais ajeitada, sabe? Agora estou focada em trabalhar, em retomar essa parte de mim que ficou tanto tempo parada.


Em abril, você gravou Na Pele, de sua autoria, com Elza Soares. Como foi a parceria com ela, que também é um ícone feminista no Brasil?

Foi incrível, um sonho realizado. A admiração que tenho por essa mulher nem cabe nessas linhas. Tinha escrito a música e mostrei a ela, para usar como quisesse. Ela quis gravar comigo, imagine! Foi melhor que a encomenda...


Você veio para Salvador como convidada do projeto Mulher com a Palavra, que propõe uma discussão sobre empoderamento feminino, no dia 10 de julho. A convidada da primeira edição foi justamente Elza. Qual a responsabilidade de ter sua voz amplamente repercutida?

Fico feliz de poder dialogar, debater, questionar, refletir junto com as pessoas. É assim que a gente cresce enquanto sociedade, através desse embate, exposição de ideias e sentimentos. E, mais do que nunca, precisamos falar sobre a questão das mulheres, das negras, das gays, das trans, das em maior situação de vulnerabilidade. Isso não é “bondade”, é obrigação social de qualquer cidadão que deseja viver num ambiente mais justo.


Você já se posicionou publicamente em momentos de crise na política. Em 2015, por exemplo, fez um show na Escola Estadual Gavião Peixoto, em Perus, São Paulo, que estava ocupada por estudantes contrários à reestruturação do sistema educacional estadual, que previa o fechamento de escolas e o remanejamento de alunos e professores. Como vê o momento atual da política brasileira?

Muito triste e preocupante. Acompanho estupefata as notícias, e a coisa é completamente absurda, é difícil entender como não há mobilizações efetivas, gente nas ruas, etc. Parece que a democracia foi tão golpeada e a Justiça anda tão desacreditada que a sensação é que estão todos anestesiados. Mas precisamos sair desse torpor e botar a mão na massa, pois mudanças importantes estão sendo feitas.


Desde março, você está semanalmente à frente do programa Saia Justa, no canal fechado GNT, ao lado das atrizes Taís Araújo e Mônica Martelli e da jornalista Astrid Fontenelle. Como tem sido essa experiência como apresentadora?

Eu estou adorando. Além de curtir muito esse formato de programa, que propõe a reflexão e a troca de ideias, também tenho aprendido muito. A cada semana são três temas diferentes, e isso me obriga a estudar, a pesquisar, a ler mais. É ótimo.


Sua relação com os fãs sempre foi sincera. Na sessão “Boteco” do seu site, costumava conversar com eles sobre diversos assuntos. Como manter uma relação íntima sem perder a privacidade?

Estabelecendo limites. Deixando claro até onde se pode ir, até onde é saudável. Prezo muito a comunicação sincera e tenho horror a demagogia. É muito fácil se aproveitar desse amor e ser paternalista. Vejo muito artista fazendo isso, mas eu não acho justo e prefiro estimular relações mais calcadas no afeto transparente.


Ainda sobre comunicação, o que acha de movimentos feministas mais radicais, que não consideram mulheres trans ou não dialogam com os homens, por exemplo?

Acho que todas as linhas de pensamento dentro do feminismo merecem respeito e têm seus motivos, mas, particularmente, acho que isso não funciona e não nos leva a nenhum avanço real. Penso que se relacionar com os outros gêneros é importante, assim como entender a interseção entre eles e a variedade de recortes que existem dentro do feminismo. As questões não são as mesmas para mulheres brancas, negras, lésbicas, héteros, ricas, pobres, trans. Eu penso num feminismo que olha para esses recortes e que dialoga com o masculino, afinal eles são quase a metade da sociedade, e o que precisamos é viver juntos e bem. Envolver os homens na questão feminista para mim significa que eles devem escutar, aprender, desenvolver empatia. Protagonizar não. Até porque não faz o menor sentido.


Em Desconstruindo Amélia, do álbum Chiaroscuro, fica clara a sua crítica aos papéis que foram impostos culturalmente às mulheres. Você acredita que, apenas por ser mulher, o seu som é consequentemente mais engajado?

Acho que não necessariamente. Vejo engajamento de muitas formas em muitas pessoas, mulheres e homens. Especificamente no meu caso, não tinha como ser diferente, sendo fruto de onde venho, com a bagagem que tive de vivência. O conflito de ser quem eu era numa cidade como Salvador tem muito a ver com esse discurso e essa vontade de querer subverter padrões. A coisa de abrir espaço para realizar desejos artísticos, pessoais, subjetivos mesmo. No meu caso também acresce a questão de ser mulher, porque foi e é uma luta dupla.



Fonte:atarde.uol.com.br
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Rita Lee: "Aprendi mais com os insucessos do que com os êxitos"

Referência incontornável da música brasileira do último meio século, Rita Lee conta as incidências de uma vida e uma carreira invulgarmente preenchidas em "Uma autobiografia", já disponível em Portugal. Ao JN, a artista tece críticas severas ao meio musical dos nossos dias.
Nos livros como na música, Rita Lee pouco deixa por dizer. Direta e mordaz, a grande estrela da música brasileira revisita a sua vida e carreira em "Uma autobiografia", livro que se encontra há dezenas de semanas consecutivas na lista dos mais vendidos no Brasil.
Nesta entrevista concedida por email - Rita Lee tem pavor a andar de avião e não veio a Portugal assistir ao lançamento do seu livro -, zurze o meio artístico de hoje e garante que, mesmo sob a capa de "uma velhinha fofa", continua "a viver em transgressão"


O seu livro tem sido muito elogiado pela franqueza, pouco habitual em obras do género. Pouco ficou por contar da sua vida?

É uma "bio" impressionista onde conto factos que vivi do meu ponto de vista. Depois de escrever, até achei a minha vida um tanto desinteressante...


Esse exercício retrospetivo que teve que fazer foi doloroso?

Foi a minha melhor terapia. À medida que escrevia, os factos sombrios da vida foram exorcizados e os bons comemorados. Faltou contar muitos casos, mas o livro ficaria com mais de 500 páginas.


Agrada-lhe a ideia de o livro poder ser lido como uma História alternativa do Brasil das últimas décadas, devido às referências sociais, culturais e políticas?

A sua visão é generosa por considerar a "bio" como um livro "histórico"... Agradeço.


O que achou do prefácio do Rui Reininho?

Ele se mostrou um tropicalista nato!


O Rui Reininho define a sua "louca vida louca" em cinco palavras: "lúcida, luxuriante, latina, léxica, linda"... É uma boa aproximação?

Reininho me valorizou mais do que mereço, o texto dele me fez inflar o ego.


Escreve no livro que "não é tarde para ser o que eu deveria ter sido". Mesmo com uma vida tão rica, tem sonhos por cumprir?

"I"m very happy but still can"t get no satisfaction", sabe, assim?


Não é saudosista, mas diz ter nascido na era de ouro do pós-guerra. O que lhe desagrada neste tempo atual?

A raça humana anda meio histérica e infantilizada.


Ser estrela rock hoje é comparável com o que era nos anos 60?

Naquela época, antes da internet, havia uma aura mística em cada artista. Hoje, há guetos de fãs clonados regidos por artistas fabricados em série.


Hoje, como escreve, a "mutante virou meditante". Essa capacidade reflexiva faz com que veja o mundo de forma diferente?

Ficar velha é meio tenso, "hay que tener" uma certa dose de sarcasmo e também de leveza para observar o nosso admirável mundo novo.

O que é que a Rita Lee da juventude acharia da Rita Lee de hoje?

Uma velhinha fofa.


No livro, fala mais dos seus insucessos do que êxitos. Foi por modéstia que o fez?

Aprendi muito mais com os meus insucessos do que com os meus êxitos. A minha autocrítica sempre foi cruel demais para que eu ficasse deslumbradinha comigo mesma.


O seu livro encontra-se há dezenas de semanas na liderança nas tabelas de vendas. Estava à espera de tamanha recetividade?

Nem imaginava que a minha vida besta fosse cair nas graças do povo.


Este carinho todo pode ditar um regresso aos palcos ou discos?

Estou feliz com minha vida de aposentada dos palcos. Talvez, se a minha preguiça permitir, possa até pensar em gravar um disquinho novo, pois nunca parei de compor.


Como é que a comunidade artística tem lido o livro?

Para minha surpresa, recebi mensagens de amor de vários colegas que adoraram o livro. Fofos.

O êxito do livro pode fazer com que a sua música chegue ainda mais às novas gerações?

Não faço a menor ideia.


Diz que o pior inimigo da criatividade é o bom senso. Nesse sentido, criar é transgredir?

Hoje, transgressão no meio artístico significa aderir a uma putaria pouco subtil. A mulher misteriosa deu lugar à mulher liquidificador.


É curioso que tenha decidido intitular o livro de "uma autobiografia" em vez de simplesmente "autobiografia". Significa que esta é apenas uma versão possível da sua história?

Não pensei nessa possibilidade, é apenas uma autobiografia escrita de próprio punho e não por um 'ghostwriter'.


Hoje, onde é que encontra a felicidade alguém que fez tanta gente feliz e, além disso, "fui feliz e sabia"?

Pela primeira vez na vida exerço a transgressão de ser apenas uma dona de casa que no momento finaliza um novo livro de contos.




Fonte:jn.pt
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"Não quero que homem pague minha conta, quero salário igual", diz Pitty

Taís Araújo, Pitty, Mônica Martelli e Astrid Fontenelle debateram a cobrança diferenciada de entrada para mulheres nas baladas no "Saia Justa" desta quarta-feira (12). Elas veem a questão como machismo, já que, pagando mais barato ou entrando de graça, a mulher acaba usada pelos estabelecimentos como "isca" para atrair os homens.
"Se a mulher pode beber de graça na balada, aumenta a vulnerabilidade dela. Ela bebe e fica vulnerável. Se não for um machismo claro, não sei o que é", disse Taís. "Para a minha geração, sempre foi natural as casas noturnas cobrarem menos para as mulheres. Sempre paguei meia e nunca questionei, era uma coisa normal, é importante falar sobre esse machismo entranhado", refletiu Mônica.

"Até para a gente que debate muito o feminismo, é importante também para entendermos o que é cavalheirismo, gentileza e machismo. A gente precisa reconstruir os conceitos com que fomos criadas", continua Taís. "Sou de uma geração que admira os homens que abrem a porta, puxa a cadeira. Mas só é cavalheirismo se é feito com outras pessoas. Se [o homem] faz só para você, você é objeto de desejo dele", completa a atriz de "Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou".

"Não quero que um homem pague minha conta, quero um salário igual para que eu possa pagar meu jantar, minhas baladas. Não tem como discutir sem falar da igualdade salarial", disparou Pitty. Astrid lembrou que nem todas as mulheres se sentem ofendidas por pagar menos nas casas noturnas ou virar o centro das atenções. "Muita menina gosta de fazer papel de isca", disse a apresentadora, acalorando a discussão.

"A gente não pode esquecer que algumas mulheres querem ser desejadas. A mulher cresce ouvindo que precisa de marido rico e acaba entrando nessa onda perniciosa", afirmou a roqueira baiana. Martelli concorda: "A mulher é muito incentivada desde pequena a ser objeto de desejo, até com as roupinhas pequenininhas".

Fonte:tvefamosos.uol.com.br
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Conheçam a banda Sacrificed!

Atualmente uma das principais bandas do cenário underground mineiro, a banda Sacrificed, tem em seu currículo um álbum em estúdio lançado o “The Path of Reflections”. Desde 2006 na ativa, com uma série de shows por cidades como Franca, Rio Claro, Alfenas, São João Del Rei, Catanduva, Barbacena, Grande BH, Lagoa Santa e Sete Lagoas, já compartilhou o palco com grandes nomes do cenário nacional (Claustrofobia, Shadowside, Bruno Sutter) e internacional (Kamelot, Eluveitie, The Agonist, Blaze Bayley e Lacuna Coil), no momento em processo de gravação do seu segundo álbum.

Membros da banda:
Kell Hell - Vocals
Diego Oliveira - Guitar
Ronan Lopes - Guitar
Thales Piassi - Drums
Gabriel Fernando - Bass

Contato:

Amy Lee: "Adoro quando cantam minhas músicas no The X-Factor, mas me recuso a ser jurada"


Em entrevista ao site VICE UK, Amy Lee fala sobre carreira, celebridade e o motivo de ter recusado o convite para ser jurada do X- Factor, confira: 

Amy Lee tornou-se sublime no momento em que ela pisou descalço por uma janela, para escalar precariamente um prédio alto enquanto o vento uivava. O vídeo "Bring Me To Life" leva a ela, uma figura de alguma forma, lebrar a Sally de The Nightmare Before Christmas e Goth Ophelia, em uma camisola, escorregando da borda porque um homem abriu uma janela. Agarrando-se pela ponta dos dedos, ela fica aí, enquanto ele sai com calças compridas, e entrega o rock-rap mais icônico desde que o Jacoby Shaddix de Papa Roach nos contou que ele havia alcançado seu último recurso em 2000. 

VICE: quando foi a última vez que disse não a algo relacionado à sua carreira?
Amy Lee: agora mesmo. Esta mulher me perguntou se eu seria um juiz no The X Factor.

A sério? Você sabe muito sobre o X Factor?
Bem, esses tipos de shows são bons, mas prefiro focar na música. Seria uma distração enorme porque eu ficaria mega atrapalhada na parte de ser celebridade. Não sou assim. Na verdade, eu me sinto estranha e nervosa. Mas eu adoro quando eles cantam minhas músicas no The X Factor. Eu amo totalmente. É um elogio muito legal, engraçado e divertido. É como uma máquina de karaoke - você já fez isso?

Sim, sempre faço suas músicas em karaoke - você ou Madonna.
Nos dias de início de turnê, eu estava realmente no karaoke. Quando estávamos fora, encontraríamos um bar local, e encontrarmos "Bring Me To Life" na lista, teríamos que fazer isso e ver se alguém notava.

Qual seria o assunto do seu especialista no show de jogos UK Mastermind?
Lenda de Zelda. Eu gostei desde que eu era adolescente, e ainda estou jogando agora. Há um novo jogo lançado, então estou totalmente configurada quando voltar ao ônibus esta noite.

Você quer experimentar a morte se puder ser garantido que você possa voltar a viver?
Isso é muito interessante, mas não. Não é isso que tenho medo ... Você tem filhos?

Não.
Ter uma criança dá medo que não havia anteriormente. Agora eu não quero morrer. Não era o que eu queria antes; É só que eu coloquei muito valor na vida. Você é mais cuidadoso e percebe a gravidade do que significa se algo aconteceu com você. Você se torna um pouco mais temível porque você é como: proteger, proteger. Meu filho é tão doce. Ele me ama e eu o amo muito.

Se você pudesse viver em qualquer momento, qual o período de tempo que você escolheria?
Não me oponho ao meu tempo, mas seria legal viver em um tempo mais inocente, um tempo sem toda a tecnologia. É difícil porque você não pode ir muito longe, sem encanamento ... então depois do encanamento, mas antes dos celulares.

Quanto tempo você gasta em tecnologia?
Muito demais, mas ainda menos do que as pessoas à minha volta. Eu vejo isso funcionar o tempo todo. Eu adoro poder falar com os nossos fãs, conversar diretamente com as pessoas porque nunca costumamos ter isso. Teríamos o fã-clube ou o que quer que fosse, e costumava ser através da voz de outra pessoa que é difícil - sempre é mal interpretado em como você quis dizer as coisas.

Como você terminou com sua primeira namorada ou namorado? Você conta essas pequenas coisas onde quase nada aconteceu?
Penso que tem que haver um beijo.

Ok, por que terminou? 
Foi por se afastar. Meu pai estava no rádio, então nos mudavamos o tempo todo quando eu estava na escola. Eu estaria na escola por dois anos e continuaria. Foi louco.

Quantos livros você leu nos últimos 12 meses?
Nenhum. É realmente triste. Quando eu tenho tempo extra, geralmente estou indo ao meu estúdio e vou escrever música. Eu sei que isso parece estranho, mas eu realmente gosto muito e preciso criar algo para me sentir calma. Não consigo descansar e não fazer algo, mesmo que seja apenas tricô. Quando nos sentamos na frente da TV, eu tricoto ou pego um desses livros para colorir de adultos ou jogo um video game. É quando eu me sinto bem.

Quando na sua vida você foi completamente tomada pelo medo?
Foi quando meu irmão estava fazendo uma cirurgia no cérebro; Ele tinha 8 anos de idade. Ele sofreu epilepsia severa, e chegou a um ponto em que ele estava tendo 90 convulsões em um dia, então a cada cinco minutos. Eles decidiram que a única coisa a fazer era entrar e cortar parte dela, e era realmente muito arriscado. Foi uma cirurgia muito longa para um garotinho. Ele era meu melhor amigo. Então, minha família e eu todos nos sentamos na sala de espera e rezamos e esperamos o dia inteiro para ele sair da cirurgia do cérebro. Isso foi aterrador.

Existe um período em sua vida, onde você ficou completamente destemida?
Totalmente. Quando você está em algum lugar entre 17 e 24, você pensa, eu posso fazer qualquer coisa, e há algo bonito sobre esse destemor porque você tem a confiança para apenas tentar coisas. Além disso, você olha para trás e percebe quanto perigo você estava nas vezes.

Você tem programas de TV ou filmes que fazem você chorar?
Eu choro o tempo todo. Eu choro muito mais do que razoável. É realmente doido. É bom ter outra garota na banda agora porque ela também chora. Ambas ficamos engasgadas ao mesmo tempo por uma merda estúpida. Não tenho certeza sobre os filmes, mas eu realmente adoro The Crown. Os americanos adoram. Nunca vi nenhuma representação da rainha Elizabeth como jovem. Eu chorei por isso. Eu choro muito em filmes para crianças. Eu estava lendo a história do Pinóquio ontem à noite e comecei a chorar. Eu fico muito emocional ... no caso de você não ter notado através da minha música.

Em que momento você esteve mais orgulhosa em sua carreira?
O concerto da cerimônia do Prêmio Nobel da Paz em Oslo, Noruega. Tocamos ao lado de pessoas que nunca teríamos normalmente tocado, com todo o mundo. Foi muito prestigiado, muito poderoso e uma experiência muito cheia de amor. Foi um grande negócio, então tivemos que nos vestir muito bem.

Que memória da escola se destaca para você mais do que qualquer outra?
Eu acho que eu tinha nove anos. Eu estava tomando aulas de piano por não muito tempo em casa. Nós tínhamos aulas de música e a professora nos ensinava a escrever música. Foi muito simples, como, "é como se parece um quarto de nota. Esta é a aparência de uma meia nota". Para o nosso experimento final, todos obtiveram um pedaço de papel e você obteve oito medidas. Todo mundo precisava fazer algo, e tinha que caber, e a professora disse que iria tocar alguns deles. Foi engraçado porque algumas pessoas gostariam de [cantar algumas notas horríveis], e eu tive que [cantar "Twinkle, Twinkle Little Star"] fazer o melhor que pude,  Eu não era uma garota legal. Eu era meio nerd, então estava tão orgulhosa de mim mesmo. E depois da aula, ele me deteve e disse: "Isso é realmente impressionante".

Onde você iniciou as suas primeiras férias com os amigos?
Eu não tirei muitas férias. Fui para a faculdade por um semestre. Então conseguimos um acordo de gravação, e foi para o trabalho. Eu amo meu trabalho, e eu viajo para isso, então os tempos de diversão que nós tínhamos geralmente estavam entrelaçados com o trabalho. Como agora, acabamos de ter duas festas de aniversário em Londres, foram diferentes. Fazemos aniversários na estrada. Nós realmente fazemos. E nós conseguimos fazer alguns pontos de férias muito legais.

Qual é a última vez que você já ficou acordada por qualquer motivo?
A noite toda. Acabei de esperar até o dia seguinte. Aconteceu algumas vezes. Eu também não posso fazê-lo agora; Quanto mais velho você fica, mais difícil é isso. Seu corpo simplesmente desliga. Lembro-me de puxar toda a noite na faculdade estudando para uma aula de composição teatral. Tivemos que tocar todas as escalas no piano corretamente, e fazer todo esse material técnico, e saber como fazê-lo no local, quando o professor lhe perguntar. Eu tinha muito trabalho a fazer para descobrir o que era muito rápido. Eles tinham esses pequenos salas de ensaio. Eles não são tão grandes como este local. Toda a sala é apenas um piano vertical. Então eu fui às seis da tarde, bebi um monte de cafeína, e fiquei acordada até o sol subir. No final disso, eu estava apenas tentando me acalmar porque sabia que minha aula era às 8 da manhã, então eu era como, vou estudar agora até a aula, e eu passei.

Qual foi a sua pior fase?
A fase mais estranha da minha vida foi quando eu tinha cerca de 13 anos no Arkansas. Acabamos de nos mudar de novo, e foi uma dessas mudanças onde você não conhece ninguém e foi realmente uma coisa na escola. Era uma escola particular, e eu simplesmente viria de uma escola pública; Aparentemente, eu não estava vestida tão "legal". Todo mundo parecia totalmente diferente, e eu simplesmente me senti como uma estranha total. Eu tinha acabado de cortar o cabelo, e meu cabelo costumava ser muito grosso, então era como um cogumelo no topo da minha cabeça e eu tinha aparelhos. Quem gosta de seu corpo e da maneira como eles falam e não acha que tudo é horrível aos 13? Todos nós somos.

O novo álbum de Evanescence está no final deste ano.

Evanescence: Going Under ganha VEVO Certified


Em junho de 2012, foi criado pela plataforma VEVO o selo "Vevo Certified" para os vídeos que ultrapassavam as cem milhões de exibições.
"Going Under" é uma canção da banda de metal alternativo americana Evanescence. Foi lançada em 9 de setembro de 2003 como segundo single do álbum de estreia Fallen. Foi escrita por Amy Lee, Ben Moody e David Hodges, com a produção feita por Dave Fortman. Inicialmente planejado para ser o primeiro single de Fallen, o lançamento da trilha sonora do filme Daredevil alterou a decisão, resultando no lançamento de "Bring Me to Life".
A canção contém influências de rock e metal, entre outros. Sua principal instrumentação consiste em bateria e guitarras construídas em torno do vocal soprano de Lee. A canção recebeu críticas mistas e positivas de críticos da música. Apesar de não adentrar a Billboard Hot 100, "Going Under" chegou a quinta posição na Billboard Alternative Songs. A canção também traçou no top quarenta em cada país e foi certificado disco de Platina pela Australian Recording Industry Association.
O videoclipe foi dirigido por Philipp Stölzl e filmado em maio de 2003 na Alemanha. O vídeo mostra Lee realizando um concerto junto com a banda, enquanto os fãs estão se transformando em zumbis. Ela desenhou os dois vestidos que usa no vídeo. É classificado no número 12 na lista de "Os 15 Videoclipes Mais Assustadores" publicada pela Billboard. 
Da banda, My Immortal e Bring Me To Life se encontram com mais de 380 milhões de visualizações na plataforma, tornando a primeira banda de rock com vocalista feminina a atingir tal feito, as próximas canções na fila do certificado são Everybody's Fool, Lithium e Call Me When You're Sober (ambos com mais de 60 milhões).
Quer ajudar a banda a ter todos os videos oficiais certificados? Basta acessas e assistir aos clipes e divulgar para os amigos!
Confira abaixo o vídeo de Going Under:

Rita Lee: A vida "lôka" de uma ovelha negra do Rock

A autobiografia da cantora e compositora brasileira está cheia de pequenas histórias, muito sentido de humor e alguns ácidos.
Rita Lee já não tem cabelos ruivos. À beira dos 70 anos, a cantora e compositora brasileira mostra, finalmente, o seu cabelo tal como é: cinzento. E, na autobiografia publicada no ano passado no Brasil e que é agora publicada em Portugal, ela mostra muito mais. Sem filtro, sem rancores e também sem grandes preocupações em contar a história como aconteceu mas, antes, como ela a recorda, aqui está Rita Lee, "a lôka" que já foi "doidona, porra-louca, maconheira, droguística, alcoólatra e lisérgica, entre outras virtudes" e hoje se diz "bem-vivida, bem-experimentada, bem-amada, careta, feliz e... bonitinha".

Rita não contratou nenhum autor-fantasma para escrever por si. Escreve com a sua linguagem muito própria e assume que conta o seu "lado da moeda". O fantasma só aparece de vez em quando - aparece mesmo, um fantasma desenhado com uma qualquer correção ou adenda - num toque de humor e autocrítica. Ela escreve em português, em espanhol, em inglês, usa calão e palavrões sempre que necessário. Como se Rita estivesse conversando connosco à mesa do café, contando histórias que metem Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tim Maia, os famosos festivais da canção, Elis Regina, João Gilberto e até Eric Clapton ou Alice Cooper.

Antes disso, a história começa com Charles e Chesa, o pai e a mãe a que Rita Lee sempre trata pelos nomes próprios. As memórias da infância são absolutamente deliciosas, com Rita já rebelde (a tal ovelha negra da família), aprontando para todo o mundo e fugindo de casa pela janela para ir tocar bateria nas festinhas da escola. Cresceu sendo fã de Peter Pan, de James Dean, de Elvis e dos Beatles.

"Ozmano" - é assim que Rita Lee se refere a Claudio, Arnaldo e Sérgio Dias Baptista, os manos que estiveram na origem dos Mutantes. As memórias da cantora incluem uma casa não muito asseada e uma embirração desde o primeiro momento com Claudio, o mais velho. Arnaldo sempre foi o seu preferido - chegaram a namorar e até casaram, mas apenas de fachada, para descansar a família. No entanto, as histórias que Rita conta de Loki, como era a sua alcunha, revelam que a amizade não resistiu. Desde os problemas com as assinaturas coletivas das composições até às muitas tentativas de reunião do grupo, que Rita Lee sempre recusou.

"O que eu acho de revivals? Um bando de velhas raposas reunidas no que considero "como descolar uma graninha para pagar nossos geriatras"." Olhando para trás, Rita reconhece que não era grande cantora naquela altura e que a música dos Mutantes não era assim tão boa (e até estranha que sejam considerados cult), e não hesita em dizer que aqueles foram bons tempos mas a sua carreira correu muito melhor sem o resto do grupo. Ainda assim, uma curiosidade: foi com os Mutantes que atuou pela primeira vez em Portugal. Fizeram a primeira parte de um concerto de Edu Lobo no Teatro Villaret, de Raul Solnado, em Lisboa. Talvez alguns ainda se lembrem do apagão provocado nada mais, nada menos do que pela então loira oxigenada.

Em vários momentos, Rita pura e simplesmente admite que não se recorda do que aconteceu. As trips foram muitas. "Não faço a Madalena arrependida com discursinho antidrogas, não me culpo por ter entrado em muitas, eu me orgulho de ter saído de todas." Mas há outros momentos que recorda bem e de que fala com emoção, como o modo como conheceu Roberto de Carvalho, a sua grande paixão desde então, os bons momentos com os filhos e o aborto que fez de uma gravidez extrauterina.

Mania de Você, Lança-Perfume, Jardins da Babilônia, Doce Vampiro, Baila Comigo, Desculpe O Auê, Flagra, qualquer um conhece uma mão cheia de canções de Rita Lee, aquela que lutou contra o machismo no rock e que, mesmo sem o cabelo vermelho, continua a ser fogo e a ter tempo para compor "umas musiquinhas". Termina o livro dizendo-se feliz e mais: "A sorte de ter sido quem sou, de estar onde estou, não é nada se comparada ao meu maior gol: sim, acho que fiz um monte de gente feliz".
Uma autobiografia
Rita Lee
Prefácio de Rui Reininho
Editora Contraponto
PVP: 15,93 euros

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Pitty: Show gratuito dia 09/07 em São Paulo!

Neste fim de semana, São Paulo recebe três eventos musicais com entrada grátis. No domingo (9), tem Pitty e outras atrações na área externa do Auditório do Ibirapuera; e uma parceria entre o Samba do Baú com Edgard Scandurra, guitarrista do Ira!, no Sesc Ipiranga.
No domingo, tem encontro entre música pop e erudita, na área externa do Auditório Ibirapuera. Do lado popular está Pitty, e do lado clássico está a Orquestra Jovem de Heliópolis.
Eles são os convidados de um músico que está no meio do caminho - entre o rock e o jazz. É o baixista Fernando Molinari, que terá seu trio reforçado pela cantora baiana e pela orquestra paulistana.

Quando: Domingo (9), às 16h - Entrada grátis

Onde: Auditório Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral, Portão 3 - Ibirapuera

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EXIT EDEN: Assista ao clipe de ''Unfaithful'' (Rihanna Cover)

Exit Eden - Rhapsodies in Black
Quatro cantoras de quatro países diferentes com quatro biografias inteiramente diferentes, mas todos provenientes do mundo do rock, agora unidos em uma banda: EXIT EDEN!
A banda de quarteto feminino reúne todos os atributos ao novo milênio: cosmopolita, autoconfiante, independente e pronta para fazer sua própria coisa. Apesar de sua diversidade, as quatro cantoras Amanda Somerville, Clémentine Delauney, Marina La Torraca e Anna Brunner misturam-se tão bem vocalmente com seus tons vocais e técnicas muito variadas que vão do estilo da ópera ao rock. Esta constelação criou idéias extraordinárias e poderosas e tornou-se o seu plano único para aumentar a vantagem da EXIT EDEN: mostrar ao mundo que quase todas as músicas clássicas podem ser transformadas em uma música sólida de metal-rock.
Homepage: http://www.exit-eden.com/ 
Facebook: https://www.facebook.com/ExitEdenMusic/
Instagram: https://www.instagram.com/ExitEdenMusic/
YouTube: https://www.youtube.com/c/ExitEdenMusic
Twitter: https://twitter.com/ExitEdenMusic

Ana Paes: Cantora lança seu primeiro clipe solo,assista!

Depois de uma longa pausa no meio musical,a linda e talentosa cantora lança seu primeiro videoclipe ''Once Upon a Nightmare'' cover da banda EPICA.

''Once Upon a Nightmare''

On the way to sacred shores
And in the arms of the life that we adore
Moonlight shows a white design
That's been waiting for a chance to seize a soul once more

(Sweet lad, o come and join me, do!)
On a road
(Such pretty games I will play with you)
Changing course

Lightning strikes where we depart
An eerie voice as the night embraced the heart
Resonating from the life that is moving on
To new windows of the soul

(Will you, sweed lad, come along with me?)
(My daughter shall care for you tenderly)
Hear his mystic voice
(I love you, your comeliness charms me, my boy!)
(And if you're not willing, my force I'll employ)
He feeds on stainless soul

We are stuck in the night
Ancient power will strike
Feel the fire
Now run into his arms
Leave your shelter behind
We are going to fly
Higher than high
We will take on the sky
Feel my senses
United by the night

Now it's time to close the door
And open up like before
New windows of the soul

The silence of the void
A father's life destroyed

Stuck in the night
Ancient power will strike
Feel the fire
Burn inside
Run into my arms
Leave your shelter behind
We're going to fly
See us fly
And hear our cry
We're out of sight
Higher than high we will
Take on the sky
Feel my senses
Out of my sight
But live on in my mind
New windows of our soul


Music: Once Upon a Nightmare
Artist: Epica
Album: The Holographic Principle

Interpreter: Ana Paes
Directing, filming and photography: Brunno Esteves
Vocal production: Marcelo Quina
Support: Gomma Studio

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Música: Once Upon a Nightmare
Artista: Epica
Álbum: The Holographic Principle

Intérprete: Ana Paes
Direção, filmagem e fotografia: Brunno Esteves
Produção vocal: Marcelo Quina
Apoio: Gomma Studio

Delain: banda anuncia três shows no Brasil em Novembro!

A produtora EV7 Live acaba de anunciar três datas da banda pelo Brasil em Novembro nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.


Datas e locais das apresentações:

18/11 - Manifesto Bar - São Paulo
19/11 - Granfinos - Belo Horizonte
21/11 - Teatro Odisseia - Rio de Janeiro 

Shadowside anuncia data de lançamento e detalhes de novo disco!

A Shadowside, banda de Rock/Metal brasileira, revelou hoje mais detalhes de seu novo álbum. Após realizar diversas turnês internacionais e atingir seu maior sucesso internacional com o aclamado "Inner Monster Out", em 2012, a banda anuncia seu novo trabalho "Shades of Humanity", que traz a estreia oficial do baixista sueco Magnus Rosén (que já recebeu uma indicação ao Grammy com sua antiga banda Hammerfall).


"Shades of Humanity" explora uma temática profunda, com letras sobre depressão, aborto, o desastre de Mariana e os valores morais da humanidade, explorando novas possibilidades musicais sem deixar de lado seus pesados riffs de guitarra e melodias marcantes, que são as marcas registradas da banda. O álbum foi gravado e produzido na Suécia sob a direção de Fredrik Nordström (Arch Enemy, Hammerfall, Evergrey) e Henrik Udd (Architects, Arch Enemy).

A capa foi desenvolvida pelo designer Douglas Jen, da Furia Music, e demonstra o clima carregado de emoções das letras, com representação das várias faces da personalidade dos seres humanos, marcadas por defeitos e desenhos inacabados que simbolizam as imperfeições de todas as pessoas.

"Shades of Humanity" traz faixas como "Unreality", escrita por Magnus Rosén em parceria com Andy La Rocque (King Diamond), assim como "Alive", que será o primeiro videoclipe do novo álbum, e "What If", que foi o primeiro teaser publicado do álbum e já vem provocando reações positivas dos fãs nas redes sociais da banda, tanto no Brasil quanto no exterior, e pode ser conferido abaixo.

Confira a Capa e Tracklist:
1. The Fall
2. Beast Inside
3. What If
4. Make My Fate
5. Insidious Me
6. The Crossing
7. Stream of Shame
8. Parade the Sacrifice
9. Drifter
10. Unreality
11. Alive
12. Haunted (Faixa bônus japonesa)


O lançamento será no dia 26 de julho no Japão, através da gravadora Spiritual Beast, 28 de julho na América do Norte e Europa, pela gravadora EMP Label Group, que pertence ao baixista do Megadeth Dave Ellefson, e o lançamento no Brasil será dia 04 de setembro, pela Furia Music Records.

A Shadowside já está com agenda de shows aberta para o segundo semestre de 2017. Os contatos para shows devem ser feitos através do email contato@furiamusic.com.br, e jornalistas interessados no presskit do grupo e agendamento de entrevistas devem entrar em contato através do email imprensa@furiamusic.com.br.

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