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Entrevista Exclusiva com Ina Forsman

Photo: Sebastian Furstenborg
"Oi, aqui é a Ina Forsman, convido a todos os seguidores do Deusas do Rock para ouvir meu novo album Been Meaning To Tell You disponivel em todas as plataformas digitais. Muito amor e paz a todos!"

Sabe quando voce se encontra entre o sol e a chuva, a sanidade e os devaneio e precisa urgentemente de uma corda para te puxar do buraco em que se encontra? A voz unica e marcante de  Ina Forsman foi exatamente a corda que me acordou do meu pesadelo particular. Ter a oportunidade de falar, entrevistar e o mais importante: ouvir o que ela tem a dizer, foi o que me imulsionou em um momento muito obscuro da minha vida. Posso de coração dizer a ela que agora está tudo "All Good". Confira a entrevista com alguém que relmente pode arrepiar sua alma:

Primeiramente, obrigada pela oportunidade. É uma grande honra poder fazer uma entrevista com uma artista que eu admiro desde o primeiro momento em que ouvi suas músicas (tão intensa) no Spotify. Qual foi o momento da sua vida em que decidiu ser cantora profissional? E o que fez ser o jazz e o blues necessariamente impactantes pra que isso acontecesse?

Eu tinha 6 anos quando falei que queria ser cantora quando crescesse. Através da minha infância e adolescência eu pratiquei sozinha no meu quarto, cantando as canções pop da época. Quando fiz 16 anos, comecei a procurar músicas mais antigas, como Aretha Franklin e Etta James, e nunca mais voltei. Eu sou profundamente apaixonada por soulfull e acho que é melhor em Jazz, Blues e Soul. Este também é o tipo de música que eu quero criar, música que faz as pessoas sentirem.

Sua voz é única e assustadoramente extraordinária. Confesso que fiquei surpreendida com o tamanho do talento dentro de seu rostinho de anjo rsrsrs! As pessoas ainda se surpreendem quando você abre a boca e solta a voz?

Eu ouço isso às vezes das pessoas, como é que essa grande voz vem de uma mulher pequena. Eu costumo responder que na verdade não tem nada a ver com o tamanho do corpo, mas o que ajuda é um par de pulmões grandes e cordas vocais bem treinadas :)

Quais foram suas principais influências musicais no início de sua carreira, e quais são as influências agora?

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Meus maiores influenciadores vocais são Etta James, Aretha Franklin, Gladys Knight, Donny Hathaway e Sam Cooke. Alguns influenciadores mais modernos são Beyoncé, Jazmine Sullivan e Amy Winehouse. (Nota da Editora: quando a ouvi pela primeira vez, pensei: seria a filha de Amy Winehouse com Adele)

Seu estilo de se vestir e usar seu cabelo é muito urbano e contemporâneo, o que você prefere mudar radicalmente? A cor ou estilo do cabelo?

Eu tentei muitos estilos e cores diferentes ao longo dos anos. Um dos meus looks favoritos é definitivamente a minha era "Marilyn Monroe" em 2016-17, quando eu usei um loiro curto que eu deixava enrolado a maior parte do tempo. Esse foi o look! Agora, pela primeira vez em mais de 10 anos, estou desenvolvendo meu cabelo naturalmente, e estou gostando muito do processo!

Você escreve suas músicas. Elas são sempre sobre experiências pessoais ou você também fala sobre diferentes assuntos e experiências de outras pessoas?

Eu sempre escrevo minhas músicas sobre minhas próprias experiências de vida, as boas e as ruins. Algumas músicas podem ser sobre um amigo ou um membro da família, mas ainda do meu ponto de vista.

Escolha uma música de cada um dos seus álbuns solos para representá-la nesse momento. Qual é o motivo da escolha?

Primeiro álbum: Pretty Messed Up. Essa música é a minha favorita do primeiro álbum. Curiosidade: Eu realmente queria nomear o álbum "Pretty Messed Up", mas minha gravadora achou que não era uma boa idéia, então eu decidi não nomear o álbum, ha! 
É uma música de separação, então todas as partes das músicas não representam onde eu estou agora, mas minha mensagem ainda é a mesma: Eu posso estar um pouco confusa às vezes, mas nunca vou me desculpar por ser eu mesma!

Linha favorita: "Eu sei que você vai entender que vai levar algum tempo. Eu só tinha que fazer as coisas do meu jeito para que eu nunca me desculpe "

2º álbum: All Good. Minha favorita do segundo álbum. Eu estou em um lugar muito bom na vida agora, na vida pessoal, assim como na minha carreira. Eu tenho grandes planos para o futuro e às vezes fico frustrada quando sinto que as coisas não estão se movendo rápido o suficiente. Essa música sempre me ajuda a colocar meus pés de novo no chão e me lembro de ser grata por tudo que já tenho.

Linha favorita: "Não tenho dinheiro, acho que ainda sou um pouco pobre, mas me sinto mais rica do que nunca "

Seu álbum de estréia solo auto-intitulado foi um enorme sucesso no Spotify, transformando-se em tema novela no Brasil (Now You Want Me Back - Pega Pega 2018), você esperava toda essa repercussão?

Foi tão louco quando eu descobri sobre isso! Eu estava me perguntando por que havia tantos comentários brasileiros na minha página do youtube. Então, mais tarde, um entrevistador perguntou sobre estar tocando minha música na novela brasileira e eu ficava tipo "Como? Serio? Em uma novela?". É uma loucura como um acontecimento como esse pode abrir uma nova conexão com um país que eu nunca achei que alguém iria ouvir minha música! Agora estamos trabalhando em uma turnê no Brasil, esperamos para 2020! 


Sem mencionar a grandeza das melodias e a maneira como você usa sua voz, como se você tivesse nascido para isso (o que é um grande fato). Conte-me tudo o que você sentiu quando escreveu e gravou Ina Forsman.
Photo: Hans Lehtinen

Durante a composição, eu passei pela minha primeira separação real depois de um longo relacionamento, então a maioria das músicas são reflexos dos meus verdadeiros sentimentos de todo esse processo. "No Room For Love" "Now You Want Me Back" "Pretty Messed Up" e "Devil May Dance Tonight" são canções onde eu canto sobre esse relacionamento e o final dele. A maioria das músicas, porém, eu escrevi algum tempo depois da separação, então eu já tive tempo de superar e tentar encontrar o amor de novo, ou pelo menos alguma companhia divertida. "Bubbly Kisses" "Before You Go Home" "Don`t Hurt Me Now" são a partir desse momento. Todos aqueles "Relacionamentos" acabaram indo mal rapidamente, o que foi ruim na época, mas ei, pelo menos eu consegui algumas boas músicas escritas!


Vamos falar sobre o seu novo, extraordinário, maravilhoso e totalmente salvador álbum, BEEN MEANING TO TELL YOU. Estou curiosa, por que a escolha do título? Qual é o conceito do seu álbum?
Photo: Sebastian Furstenborg

Eu escrevi "Been Meaning To Tell You" por três anos depois do meu primeiro álbum. O título é uma linha da música "All Good", mas eu não queria nomear o álbum "All Good", já que isso soaria muito feliz. Eu queria me desafiar enquanto escrevia as músicas. Eu queria escrever músicas sobre outra coisa a mais do que amor e relacionamentos, eu queria cavar um pouco mais. Eu escrevi duas músicas sobre o assédio sexual para as mulheres, "Whatcha Gonna Do" do ponto de vista dos homens, e "Why You Gotta Be The Way" das mulheres. Eu também escrevi uma música sobre violência doméstica "Miss Mistreated". Estas são algumas áreas que eu não ttinha ido antes com música, mas senti a necessidade de ir lá dessa vez. Falar sobre questões políticas na música é sempre um risco, já que a maioria dos ouvintes quer que eu entretenha não lecione ao ouvir música, mas eu senti que, para meu crescimento pessoal como artista e compositora, era necessário fazer isso. Claro que acabei escrevendo algumas canções de amor também, como "Genius", "Be My Home" e "Figure", e uma das minhas favoritas no álbum "Every Single Beat", que é minha Ode à música e performance.

All Good é seu primeiro single e carro-chefe do segundo álbum, e tanto a música quanto o vídeo nos trazem um sopro de paz e uma brisa fresca. Como foi a escolha do single e o conceito por trás do seu vídeo?

Eu tinha uma visão muito clara do videoclipe, queria que fosse em tons frios e positivo como a música. Eu também soube imediatamente que "All Good" seria o primeiro single quando eu escrevi a música. Eu queria "voltar aos negócios" com uma música positiva sobre auto-estima e apreciação. Eu senti que o mundo em que vivemos poderia usar uma música como essa agora.



Be My Home, Sunny, Figure e Who Hurt You Now chamaram minha atenção pela impressionante qualidade das letras (assim como todas no álbum), qual foi a sua motivação para escrevê-las? Qual é a história por trás?

"Be My Home" como a primeira linha diz "Eu gostaria de dadicaer esta canção para todos que eu amo". Eu queria escrever uma música para meus amigos e familiares que sempre têm meu suporte e aguentaram o peso de minhas costas e que sempre continuam me apoiando e me amando.

"Sunny" eu escrevi para a minha irmã Sani, Ela tinha 14 anos na época em que eu escrevi aquela música para ela. Eu mesmo gravei a primeira versão enquanto tocava ukulele e a enviei quando ela estava prestes a fazer sua primeira viagem sozinha para o Reino Unido como estudante de intercâmbio.

"Figure" é a minha música de amor mais honesta até hoje. Eu estava em um relacionamento muito difícil, e depois de uma das nossas lutas habituais eu escrevi a música em nossa sala quando ele estava no trabalho. Quando eu estava em Austin gravando o álbum, nós estamos tendo outra briga através de mensagens de texto quando eu estava cantando "Figure" na cabine de canto, você quase pode me ouvir chorar em algumas partes. Foi muito estressante então, mas agora eu acho um pouco engraçado como eu escrevi uma música sobre luta, e eu acabei lutando durante a gravação. O relacionamento era uma merda, mas me ensinou algumas lições muito valiosas sobre amor e relacionamentos.

"Who Hurt You" Eu escrevi para uma querida amiga minha que eu amo profundamente. Ela está lutando com traumas e vícios. É difícil ver alguém que você ama sofrer, mas o que é ainda mais difícil é ver essa pessoa tentando se curar com todas as coisas erradas, álcool, por exemplo. Você não pode consertar ninguém que não quer ser consertado, mas quando a auto-sabotagem deles está começando a afetar a vida de outras pessoas também, é hora de fazer alguma coisa. Eu escrevi essa música para ela como um lembrete amigável, que eu estarei aqui para ela, não importa o que aconteça, mas eu não posso salvá-la de si mesma. Ela me disse que ela odeia a música na verdade, sobre a qual nós duas rimos. Eu a entendo, quer dizer, você gostaria de uma música em que alguém lhe dissesse para "pegar sua merda juntos?" Ela está um pouco melhor hoje em dia, então se essa música a colocou na direção da cura mesmo que só um pouquinho, isso significa que valeu a pena.

Sunny a capella. O que posso dizer ou perguntar? Chegou à perfeição. Muito obrigada por isso e por ambos os álbuns. Eu fui apresentada a você através de um conhecido (Gabriel) numa época em que tudo estava desmoronando para mim. Você foi uma das razões junto com sua música para me dar força e continuar lutando. Eu só tenho que agradecer do fundo do meu coração.

Muito obrigado por suas amáveis palavras e grandes perguntas intrigantes! Minhas respostas acabaram sendo muito longas, sinta-se à vontade para encurtá-las para o seu post :) (Me sinto mesmo, vão continuar todas ai!)

Atenciosamente, muito amor:

Ina


Email: info@inaforsman.com
Tel: +49 173 8845333

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Interview and edition by @sarasthefanyribeiro (Deusas do Rock manager)

Top 10 Especial por Christian Buchhaas (Morpheus’ Dreams)



1 - Rendez Vouz (Jean Michel Jarre)
2 - The Final Countdown (Europe)
3 - Pyromania (Def Leppard)
4 - Rising Force (Yngwie Malmsteen)
5 - Somewhere in Time (Iron Maiden)
6 - Seventh Son of a Seventh Son (Iron Maiden)
7 - The Book of Secrets (Loreena Mackennitt)
8 - Images and Words (Dream Theater)
9 - Episode (Stratovarius)
10 - Oceanborn (Nightwish)

"Porquês" de cada álbum: Como bom canceriano sou muito apegado ao passado, e cada um deles é como um marcador de tempo, de uma época ou momento que marcou muito minha vida. No aspecto musical cada um trouxe elementos diferentes para minha evolução como músico e compositor: teclados, música étnica e folclórica, vocal feminino, elementos progressivos, virtuosismo, gêneros diversos e formas diferentes de interpretar a música.


Matéria e Edição: @sarasthefanyribeiro

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BREAK ME DOWN: Novo álbum "The Pond" a caminho

A banda italiana Break Me Down anuncia o lançamento de seu primeiro álbum completo intitulado "The Pond", lançado em 17 de outubro de 2019.
O álbum apresenta 11 faixas de Metal Alternativo, escritas e produzidas pela banda, gravadas e mixadas por Matteo Magni no Magnitude Studio.

Break Me Down é uma banda italiana de Metal Alternativo de Milão, formada em 2017.
Eles lançaram seu primeiro EP “Resilience” em janeiro de 2018, gravado e mixado por Matteo Magni no Magnitude Studio.
Entre muitos shows em todo o país, há alguns muito importantes como banda de abertura para artistas internacionais como: Crazy Town, a Torre de Babel de Joe Stump, Vinnie Moore e Lacuna Coil.

"The Pond" Tracklisting:

1. Your Game
2. If You're Brave
3. The Noose
4. Nightmare
5. Just Tonight
6. O.C.D.
7. New Hero
8. Goodbye
9. Look @ Me
10. Let It Burn
11. The Pond

DISCOGRAFIA
The Pond (álbum) - 2019
Resiliência (EP) - 2018 STREAM IT!

A BANDA
Irene Franco (vocais)
Laerte Ungaro (guitarras)
Morris Steel (guitarras)
Giuseppe "LoChef" Greco (baixo)
Fabio Benedan (bateria)

SIGA ABAIXO

Top 10 álbuns da deusa Naimi Stephanie - BrightStorm


1-Let Go (Avril Lavigne) 
Assim que eu ouvi esse álbum aos 12 anos de idade,passei a adolescência inteira Avrilzando rsrsrs...eu amava todas as musicas e inclusive por influência desse álbum comecei a tocar violão.

2- Under my Skin (Avril Lavigne) 
Só ouvia Avril da Pré-adolescência até os meus 17 anos.Para ser sincera,quado quero matar a saudade escuto até hoje rsrs amo todas as musicas.

3- Fallen (Evanescence)
 Aos 14 anos descobri o Evanescence e assim formei minha primeira banda "Fireword".Por total influência da dona Amy lee eu entrei de cabeça na minha carreira como cantora.Foram grandes momentos de shows todos os meses fazendo cover e quase todas as musicas do Fallen estavam em nosso repertório.

4- Never Mind (Nirvana) 
Nós tínhamos um grupinho "Grunge" na época da escola então,só falávamos de nirvana na época. Never Mind com certeza marcou minha vida na fase dos aparelhos mp4 rsrs.

5- American Idiot (Green Day) 
Nossa,eu amava esse álbum,todos os dias minha mãe saia para trabalhar e eu cuidava do meu irmãozinho de 1 ano então,eu assistia o dvd do Bullet in a Bible e era assim que eu  colocava meu irmão para dormir kkk...Hoje ele está com 13 anos e American Idiot é o álbum favorito dele,marcou com certeza.

6- Heaven and Hell (Black Sabbath)
 Eu era viciada nesse álbum e na potência vocal do Dio me influenciou muito,chegamos até a fazer um cover de Children of the sea​ em homenagem a esse álbum maravilhoso.

7- A Rose for The Apocalypse (Draconian) 
Assim que entrei para a banda de doom Les Memoires Fall em 2013, fui apresentada ao Draconian,então,quando ouvi esse álbum pela primeira vez fiquei maravilhada com a voz de Lisa Johanson mesclada com essa atmosfera sublime de guturais.Ouvia esse álbum varias vezes por dia. Lembro me quando meu noivo era  apenas meu melhor amigo e um dia nós fomos a praia ouvindo "Draconian"  (sei que estão pensando,"nada a ver doom metal com praia" rs) Escutamos esse álbum na viagem toda,marcou esse dia maravilhoso com esse álbum massa que para nós tinha tudo a ver.

8- Fever (Bullet For my Valentine)
Amo esse álbum,tive algumas decepções amorosas na fase de adolescente para adulta e esse álbum me fez companhia nessa fase.

9- Once (Nightwish) 
Entrando na fase Gótica rs...simplesmente amo.

10- Consign to Oblivion​ (Epica) 
Claro que não podia faltar essa banda maravilhosa neh? uma das grandes influenciadoras da BrightStorm. amo todos os álbuns e tenho a discografia completa em casa,mas acho que de todos esse foi o que mais ouvi.

Matéria e edição: Douglas

Exclusive Interview with Bec Hollcraft


When I came across the album Alive !! from BeccaChan, or simply Becca, I was just looking for Avril Lavigne products to buy on a very popular site right here in Brazil and I stumbled upon the announcement, which caught my attention by the completely entertaining cover and the fact that the CD is a Japanese edition (those that comes with OBI, DVD, bonus track and almost the singer does not come together lol), I love these editions, I was tempted to buy and bought. But do you know those albums that you have most never heard? So it was like that until the day (01/03/14), when I decided to listen to the whole album and BOOM: excellent, in my clear concept. The album is a mix of teenage bouts with love rejections and has the exact potential to play on the radio, all the songs are very sticky, but far from musical crumbs. The ideal ballad to listen in couple is Lose You Now, with a vocal ability to envy, Becca leaves a lot of famous singer in the slipper. Turn To Stone is my favorite, and, I´m Alive sticks too much, you will not stop listening for a whole day. And so I met that today, as she calls herself, Bec Hollcraft.


First of all, it's an honor to be able to talk to you, I'm so happy! What was the moment when you had the boom: This is what I want to do, I want to be a singer and songwriter at a professional level?

I am happy to be talking to you too, thank you for all your support over the years! For as long as I can remember, I’ve had the strong desire to sing and create music. I was very shy growing up, but also very emotional. Music was how I naturally expressed myself. I was told I was singing before I could speak! I wrote my first formal song at 10 years old, but I was constantly making up melodies before that.

Initially, what were your musical influences before you started composing?

I grew up in the 90s and early 2000s and was very influenced by pop music. I say Christina Aguilera taught me how to sing, but the Spice Girls taught me how to perform. This was obviously at a very young age. When I got into my teenage years, I was more influenced by rock music and icons of the 80s.

You are a smash hit in some countries, but especially in Japan, when you signed up with Sony Japan for the anime theme songs “Black Butler” and “Ultraviolet Code: 044”. How was it for you to make such a grand project and with an audience totally out of your comfort zone (since you were an American girl), did you imagine the proportion would take?

It’s true that I was out of my comfort zone. But I had an incredible team around me that guided me. Sony was so good to me, I am very grateful for those experiences. Looking back, it feels like a dream.

Your first single was #1 at the International Singles Charts in Japan! Imagine that! For an American, it's like a prize with a mixture of gratitude. Alive!! Both, the album and the singles are impressive. It has amazing vocal and harmonic quality! How was the production and composition of the album?



I am very fortunate for the hard work of the team I had around me during that time. It’s still hard to process those accomplishments! A dream I had really did come true. The making of the album was challenging and fun simultaneously. I was young, but I had a lot to express. I also felt a lot of pressure at that time. I think there is always an inner rebellion for a teenager and a person in their early 20s. There’s a lot of entitlement, and thinking you know everything when you really have so much to learn. The creative process can be very revealing to who one is at their core. Making music is very different for me now.



I have my favorites in Alive!! Obviously, “I'm Alive” (lol), “Turn To Stone”, “Outside Of You” and the wonderful cover of “I Drove All Night” (Cyndi Lauper). What are your favorites and why?

Thank you for your kind words, it means the world to know my music resonated with you. You have to remember, this album was made over 10 years ago! So it’s a little strange for me to look back. The song “I’m Alive” was written after a friend of mine had passed unexpectedly. That was one of my first wake up calls. Understanding the fragility of life. I am proud of where that song went.

The success was repeated in 2009 with Shibuya, single from your second album Tokyo-O-Ing, yielding a feat. with Hatsune Miku. How was all this experience?

Honestly, very odd! I was like…wait…I’m doing a duet with a computer? I didn’t understand haha! Today it’s not as shocking of an idea. But I thought it was cool nonetheless and it is truly amazing to see the broad reach of Hatsune Miku and how she has expanded out of the Japanese market. I loved being able to sing about Tokyo, forever one of my favorite places. All of Japan feels magical to me.


Jumping to Stars in Stereo, what debut album was this? I felt hit by a truck. Seriously, I've never heard anything like it and so distinct. What is your participation (besides the vocals) in the composition and production of the album?

Thank you! I co-wrote all of the songs. It was a little different, writing for a band than writing for myself. A lot balancing of different personalities, which could be exhausting at times! But of course being able to create albums is an incredible thing. I didn’t realize how much work it was until I became an independent artist. I am grateful for all the opportunities that band brought me as well. We actually composed 3 albums in a few short years and were working on our fourth when the band parted ways.

I'm in love with the album as a whole, it brings something that somehow, besides touching my soul deeply, made me reflect on where I wanted to go and be, my mistakes, my hits. From my point of view, it was an album that told me this: I'm your best friend, feel like you're not alone. What is the concept behind the album?

What a nice message you received from the music! We were writing mostly from the perspective of a unit and our shared experiences. We definitely wanted our listeners to feel a safe space within our music. We wanted to share our vulnerabilities. To be able to leave a lasting, positive impression.

Three songs are still timeless for me: “The Broken”, “Every Last Thing” and “Queen of Catastrophe”. They are very intimate, heavy and true. You pass it on in your voice when you sing it. Your interpretation of the 3 songs is like tearing my skin. What did you feel at the time of the recording? Were personal experiences?

Sometimes singing makes me feel like my skin is tearing too. I am bringing my deepest feelings to the surface. I’ve always felt a bit…broken. These songs were a way for me to express that. To be a voice for those who feel like they can’t speak. I feel a responsibility to tell a story with my voice. To be raw. But to also be strong.

“Leave Your Mark”. Erotic. Sexy. Aggressive and completely exceptional. I want your point of view about the album: concept and experience and even how your voice brought tracks full of sexual tension. Tell me everything!

I feel one of the most powerful things a woman can do is to own her sexuality. This has been a struggle for me since day 1. I have struggled in my body, in my gender, and in my sexual orientation. I made the decision to break these insecurities wide open and own them instead. I decided to be the master of my mentality. The dominatrix of my destiny. It was very uncomfortable at times, and still is. But I chose to use music as my armor. I could sing about these feelings I’ve but also feel protected by the platform at which I did it.

SinS opened to high caliber bands like Halestorm, what does it feel like to have a fully visible work worldwide?

It was a blast doing those tours, and to be able to tour with talented women that I could look up to. I learned a lot. Touring was like the college experience I never had. I have many unique memories to look back at fondly.

You were one of Revolver Mag's 25 Hottest Chicks in Hard Rock & Heavy Metal, what was your reaction when you found out?

I was ecstatic! Happy for what that meant for the band. I didn’t take it as meaning much for me personally. I think it’s odd to rate anyone in that way but I also understand the relevance.

Unfortunately, Stars in Stereo ended in 2015 (but the band's albums are still on Spotify), you can't find the band's official videos, but below are some that will make readers shiver. Have any specific reason to disband, would you rather not talk about it or was it a consensual decision?

I had no say in the removal of the music videos, and it was very disappointing. I felt like a victim at that time, but I no longer allow that mentality. We were people who at the time were focused on what made us different, not on what made us similar. It is sad to me the way things fizzled out. I don’t feel the need to get into details as I don’t desire to perpetuate negativity. I am on great terms with all of the members except one, but I wish him the best. Everyone deserves a chance at happiness. (publisher's note, I uploaded them all on my channel, with permission from Bec <3)



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What are your musical influences now?

I have become more interested in electronic music. IAMX, aYia, and Banks to name a few. I like my music dark and sexy, melodic and dramatic. I listen to techno more than anything else. These days I like to lose myself in music. I’m not interested in hit songs or the “smartest” lyrics. I’m interested in what emotion the music is giving off. What world it’s creating.

What has changed musically and personally from Becca- Alive!! To today's Bec Hollcraft?

Musically I am an independent artist so it feels like everything has changed. I have to approach music from a completely different head space. It’s good because I have all the control, but that can also be daunting. I am still formulating what I want to do. I am influenced by so many things. It’s hard to put myself in a box and I don’t want to. I want to be expansive.

You have a project called Wholecraft, where you released “Vanishing” and “Last Survivor”, singles totally unlike anything we heard from Bec Hollcraft. Always innovating, the songs are electronic, sexy and dancey, which we can conclude that you are magnificent in all musical styles. Tell me more about Wholecraft, what is the concept (I think you realized that I love knowing the concept of everything you do) and if you want to continue the project.



I am honored that you have followed all the twists and turns of my career. I am sure it can be confusing, all the different projects I’ve been a part of and styles of music I release. Wholecraft is like the attic of my mind covered in cobwebs that I am intrigued by and equally terrified of. There are many songs I haven’t released as I’m still figuring out how to produce them. It’s the evolution of my taste in music, but also the type of music I was always fearful of doing, even though it’s what I’ve always wanted. I’m not concerned with being marketable. I’ve had feedback in the past that I’m “too dark” or “too sad” or “too minor” etc. Wholecraft is my “yes I write sad, dark songs and I’m not trying to please anyone but myself so listen if you dare” project. So, thank you for daring!

Your hair changes are amazing! Which one is your favorite?

My hair is an extension of my self-expression. My creativity. I am loving being a blonde for the first time ever!

What are your ongoing and future projects?

I am always writing. Whether it’s for me and my various projects, or for others. It’s all still formulating. I am terrible at making plans, better at seeing what happens from the work I put in. But there will be more! Always.

List top 10 albums you love and why:

Wow, 10 is a lot. I am going to stick with 5 because my brain can’t even think about 10 right now! I will do my favorites as of late, since my taste is constantly changing.

IAMX – Metanoia

I love all of Chris Corners’ creations, but this particular album has so many catchy songs. I first discovered IAMX when a friend heard some music I was producing for my project Wholecraft and said it reminded her of his music. It blew my mind when I listened to IAMX for the first time. Never had I heard music that I felt so personally connected to. I feel like he’s in my mind. It’s everything I like. Dark, creepy, dramatic, sad, moving, sexy. I feel it all.

aYia – aYia

I just discovered this group. They sound like the future. Their programming choices are perfection to me. The dark and heavy tones they use mixed with the singer’s soft and beautiful voice. Very inspiring to me right now.

Beacon – Gravity Pairs

A laid-back album that creates a relaxing and un-imposing atmosphere. Very listenable at pretty much any time. The singer’s voice is beautiful and the programming is very tasteful.

Robyn – Body Talk

All the catchy lyrics and melodies that fuel the pop part of my soul. She’s such a bad ass, I can never get enough of her.

Banks – Goddess

It is very hard to choose a singular album that I love from Banks. All of them have a refined vibe. I listen to her before I’m going out, or if I need to feel empowered.

Leave your message here for your fans from Brazil, Japan and the world!

It is hard to express how much it means to me to be recognized outside of my bedroom where I began writing music over half my life ago. Thank you for being the ears that make my music exist.

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Interview and edition by @sarasthefanyribeiro 

Entrevista Exclusiva com Bec Hollcraft


Quando esbarrei com o álbum Alive!! De BeccaChan, ou simplesmente Becca, eu estava justamente procurando produtos da Avril Lavigne para adquirir num site bem popular aqui mesmo do Brasil e topei com o anúncio, que chamou minha atenção pela capa completamente divertida e o fato do CD ser edição japonesa (aqueles que vem com OBI, DVD, bônus track e por pouco a cantora não vem junto), eu amo essas edições, eu fiquei tentada a comprar e comprei. Mas sabe aqueles álbuns que você tem mais nunca ouviu? Então foi assim até o dia (01/03/14), quando decidi escutar o álbum inteiro e BOOM: excelente, no meu conceito claro. O álbum é uma mistura de crises de adolescente com rejeições amorosas e tem a potencialidade exata para tocar nas rádios, todas as músicas são bem grudentas, mas estão longe de ser farofas musicais. A baladinha ideal pra ouvir a dois ficou por conta de Lose You Now, com uma habilidade vocal de dar inveja, Becca deixa muita cantora famosa no chinelo. Turn To Stone é a minha preferida, e, I´m Alive gruda demais, você não vai deixar de ouvir por um dia inteiro. E assim como eu a conheço hoje, como ela mesma se denomina, Bec Hollcraft.

Primeiramente é uma honra poder falar com você, eu estou tão feliz! Qual foi o momento em que você teve o boom: É isso que eu quero fazer, quero ser cantora e compositora a níveis profissionais?

Estou feliz por estar falando com você também, obrigada por todo seu apoio ao longo dos anos! Desde que me lembro, tive o forte desejo de cantar e criar música. Eu era muito tímida ao crescer, mas também muito emocional. Música era como eu naturalmente me expressava. Me disseram que eu estava cantando antes mesmo de poder falar! Eu escrevi minha primeira música formal aos 10 anos de idade, mas eu estava constantemente compondo melodias antes disso.

Inicialmente, quais foram suas influencias musicais antes de começar a compor?

Eu cresci nos anos 90 e início dos anos 2000 e fui muito influenciada pelo pop música. Eu digo que Christina Aguilera me ensinou a cantar, mas as Spice Girls me ensinou como executar. Isso foi obviamente em uma idade muito jovem. Quando eu entrei na minha adolescência, fui mais influenciado pela música rock e ícones dos anos 80.

Você é um sucesso estrondoso em alguns países, mas principalmente no Japão, quando assinou com a Sony Japan para as músicas-tema dos animes “Black Butler” e “Ultraviolet Code: 044”. Como foi para você fazer um projeto tão grandioso e com um público totalmente fora da sua zona de conforto (já que você era uma garota americana), você imaginou a proporção que tomaria?

É verdade, eu estava fora da minha zona de conforto. Mas eu tive uma equipe incrível em torno de mim que me orientou.A Sony foi tão boa para mim, estou muito grata por viver essas experiências. Olhando para trás, parece um sonho.

Seu primeiro single foi #1 no International Singles Charts no Japão! Imagina isso! Pra uma americana, é como se fosse um prêmio com uma mistura de gratidão. Alive!! Tanto o álbum, quanto os singles são impressionantes. Tem uma qualidade vocal e harmônica incríveis! Como foi a produção e composição do álbum?



Eu sou muito feliz pelo trabalho duro do time que eu tinha ao meu redor durante esse tempo. Ainda é difícil processar essas conquistas! Um sonho que realmente se tornou realidade. A criação do álbum foi desafiadora e divertida simultaneamente. Eu era jovem, mas tinha muito a expressar. Eu também senti muita pressão naquele momento. Eu acho que há sempre uma rebelião interior vivida por um adolescente e uma pessoa em seus 20 e poucos anos. Há muito direito e, você pensa que sabe tudo quando na verdade você realmente tem muito a aprender. O processo criativo pode ser muito revelador para quem é o seu núcleo. Fazer a música é muito diferente para mim agora.


Eu tenho minhas favoritas do Alive!! Obviamente, I’m Alive (rsrsrs), Turn To Stone, Outside Of You e o cover maravilhoso de I Drove All Night (Cindy Lauper). Quais são suas favoritas e porque?

Obrigada por suas palavras amáveis, significa que o mundo conhece minha música e isso ressoou com você. Você tem que lembrar, este álbum foi feito mais de 10 anos atrás! Então é um pouco estranho para mim olhar para trás. A música "I'm Alive" foi escrito depois de um amigo meu ter falecido inesperadamente. Esse foi um dos meu primeiros de muitos despertar. Compreender a fragilidade da vida. Estou orgulhosa de onde essa música foi.

O sucesso se repetiu em 2009 com Shibuya, single do seu segundo álbum o Tokyo-O-Ing, rendendo um feat. com Hatsune Miku. Como foi toda essa experiência?

Honestamente, muito estranho! Eu estava tipo ...espera ... estou fazendo um dueto com um computador? Eu não entendi haha! Hoje não é uma ideia tão chocante. Mas eu pensei foi legal, no entanto, e é realmente incrível ver o amplo alcance de Hatsune Miku e como ela se expandiu para fora do mercado japonês. Eu adorava poder cantar sobre Tóquio, para sempre um dos meus lugares favoritos. Tudo no Japão me parece mágico.


Pulando pra Stars in Stereo, que álbum de estréia foi esse? Eu me senti atropelada por um caminhão. Serio, nunca ouvi nada parecido e tão distinto. Qual a sua participação (além dos vocais) na composição e produção do álbum?

Primeiro, obrigada! Eu co-escrevi todas as músicas. Foi um pouco diferente, escrevendo para uma banda do que escrever para mim. Muito equilíbrio de diferentes personalidades,o que pode ser exaustivo às vezes! Mas claro que ser capaz de criar álbuns é uma coisa incrível. Eu não percebi quanto trabalho era até que eu me tornei uma artista independente. Sou grata por todas as oportunidades que a banda me trouxe também. Nós na verdade compusemos 3 álbuns em poucos anos e estávamos trabalhando em nosso quarto álbum quando a banda se separou.

Eu sou apaixonada pelo álbum como um todo, ele trás algo que de certa forma, alem de tocar minha alma profundamente, me fez refletir sobre onde queria ir e estar, meus erros, meus acertos. No meu ponto de vista, foi um álbum que me disse o seguinte: eu sou seu melhor amigo, sinta que não está sozinha. Qual o conceito por trás do álbum?

Que boa mensagem você recebeu da música! Nós estávamos escrevendo principalmente a partir da perspectiva de uma unidade e nossas experiências compartilhadas. Nós definitivamente queríamos que nossos ouvintes se sentissem em um espaço seguro dentro de nossa música. Nós queríamos compartilhar nossas vulnerabilidades. Para poder deixar uma impressão positiva e duradoura.

Três músicas ainda são atemporais pra mim: The Broken, Every Last Thing e Queen of Catastrophe. São muito intimas, pesadas e verdadeiras. Você passa isso em sua voz quando as canta. Sua interpretação das 3 musicas é como se rasgasse a minha pele. O que você sentiu no momento da gravação? Foram experiências pessoais?

Às vezes, cantar me faz sentir como se minha pele estivesse rasgando também. Eu estou trazendo meus sentimentos mais profundos à superfície. Eu sempre me senti um pouco ...quebrada.Essas músicas foram uma maneira de eu expressar isso. Para ser uma voz para aqueles que sinto que não podem falar. Sinto a responsabilidade de contar uma história com minha voz.Para ser cru. Mas também ser forte.

Leave your Mark. Erotico. Sensual. Agressivo e completamente excepcional. Quero seu ponto de vista sobre o álbum: conceito e experiência e até mesmo como sua voz trouxe faixas cheias de tensão sexual. Me conta tudo!

Sinto que uma das coisas mais poderosas que uma mulher pode fazer é possuir sua sexualidade. Isso tem sido uma luta para mim desde o primeiro instante. Eu tenho lutado com meu corpo, meu gênero e minha orientação sexual. Eu tomei a decisão de quebrar essas inseguranças e colocá-las em seu lugar. Eu decidi sera mestre da minha mentalidade. A dominadora do meu destino. Isso é muito desconfortável às vezes, e ainda é. Mas eu escolhi usar a música como minha armadura. Eu poderia cantar sobre esses sentimentos, mas também me sinto protegida pela plataforma em que eu fiz isso.

SinS abriu pra bandas de alto calibre como Halestorm, qual sua sensação de ter um trabalho totalmente e mundialmente visível? 

Foi uma explosão fazer essas turnês e poder fazer uma turnê com talentosas mulheres que eu poderia admirar. Eu aprendi muito. Estar em turnê era como a experiência colegial que eu nunca tive. Eu tenho muitas lembranças únicas quando olho para trás com carinho.

Você foi uma das 25 Hottest Chicks in Hard Rock & Heavy Metal da Revolver Mag, qual sua reação quando ficou sabendo?

Eu estava em êxtase! Feliz pelo que isso significava para a banda. Não tomei como algo muito significativo para mim pessoalmente. Eu acho estranho classificar alguém desse jeito mas também entendo a relevância.


Infelizmente, Stars in Stereo acabou em 2015 (mas os álbuns da banda ainda estão no Spotify), não é possível encontrar os vídeos oficiais da banda, mas abaixo tem alguns que vão arrepiar os leitores. Teve algum motivo especifico pra dar disband, você prefere não tocar no assunto ou foi uma decisão consensual?

Eu não tenho nada a dizer sobre a remoção dos vídeos oficiais e das músicas e isso foi muito decepcionante. Eu me senti como uma vítima naquele momento, mas eu não permiti mais ter essa mentalidade. Nós éramos pessoas que na época estávamos focadas no que nos fazia diferente, não no que nos fez semelhantes. É triste para mim a maneira como as coisas fracassaram. Não sinto necessidade de entrar em detalhes, pois não desejo perpetuar negatividade. Estou em ótimo estado com todos os membros, exceto um, mas eu desejo-lhe o melhor. Todo mundo merece uma chance de encontrar felicidade. (Nota da editora, como sou fã da Bec há anos, ela me autorizou a postar os videos oficiais no meu canal , sobre minha responsabilidade, uma vez que já os tinha baixado e guardado):



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Quais são suas influencias musicais agora?


Eu me tornei mais interessada em música eletrônica. IAMX, aYia e Banks para citar alguns. Eu gosto da minha música obscura e sexy, melódica e dramática. Eu ouço techno mais do que qualquer outra coisa. Hoje em dia gosto de me perder na música. Eu não estou interessada em músicas de sucesso ou nas letras mais "inteligentes". Eu estou interessada em que emoção a música está dando. Que o mundo está criando.

O que mudou musicalmente e pessoalmente na Becca de Alive!! Até a BecHollcraft de hoje?

Musicalmente eu sou uma artista independente, então parece que tudo mudou. Eu tenho que abordar a música a partir de um espaço mental e completamente diferente.É bom porque tenho todo o controle, mas isso também pode ser assustador. Eu estou ainda formulando o que eu quero fazer. Eu sou influenciada por tantas coisas. Está difícil me colocar em uma caixa e eu não quero. Eu quero ser expansiva.

Você tem uma projeto chamado Wholecraft, onde lançou Vanish e Last Survivor, singles totalmente diferentes de tudo que ouvimos de Bec Hollcraft. Sempre inovando, as músicas são eletrônicas, sexy e dançantes, o que podemos concluir que você é magnífica em todos estilos musicais. Me fale mais sobre Wholecraft, qual o conceito (acho que você percebeu que eu amo saber o conceito de tudo que você faz) e se pretende continuar o projeto.

Estou honrada por você ter seguido todas as voltas e reviravoltas da minha carreira. Tenho certeza que pode ser confusa, todos os projetos diferentes que eu tenho feito e sido parte e estilos de música que eu libero. Wholecraft é como o sótão da minha mente, coberto de teias de aranha que eu estou intrigada e igualmente aterrorizada. Tem muitas músicas que eu não tenho lançado, ainda estou descobrindo como produzi-las.É a evolução do meu gosto pela música, mas também o tipo de música que eu sempre tive medo de fazer, mesmo que seja o que eu sempre quis. Eu não estou preocupada em ser comercializável. Eu tive feedback no passado que eu sou "também sou obscura"ou"muito triste "ou" muito menor "etc. Wholecraft é o meu" sim, eu escrevo triste, densa em minhas músicas e eu não estou tentando agradar a ninguém além de mim mesma, então ouça se você ousar esse projeto. Então, obrigada por ousar!




As mudanças do seu cabelo são incríveis! Qual sua preferida?

Meu cabelo é uma extensão da minha auto-expressão. Minha criatividade. Eu estou amando ser loira pela primeira vez!

Quais seus projetos em andamento e futuros?

Eu estou sempre escrevendo. Seja para mim e para meus vários projetos, ou para outros. Tudo ainda está formulando. Eu sou terrível em fazer planos, melhor em ver o que acontece do trabalho em que me coloco. Mas haverá mais! Sempre.

Liste top 10 álbuns que você ama e o porquê:

Uau, 10 é muito. Eu vou ficar com 5 porque meu cérebro não consegue pensar em 10 agora mesmo! Eu vou fazer meus favoritos ultimamente, já que meu gosto está mudando constantemente.

IAMX - Metanoia
Eu amo todas as criações de Chris Corners, mas esse álbum em particular tem tantos canções cativantes. Eu descobri IAMX pela primeira vez quando um amigo ouviu alguma música que eu estava produzindo para o meu projeto Wholecraft e disse que lembrava sua música. isto me surpreendeu quando ouvi o IAMX pela primeira vez. Eu nunca tinha ouvido música que eu me senti pessoalmente ligado. Eu sinto que ele está em minha mente. Está tudo que eu gosto. Escuro, arrepiante, dramático, triste, comovente, sexy. Eu sinto tudo.

aYia - aYia
Eu acabei de descobrir esse grupo. Eles soam como o futuro. Sua programação escolhas são perfeição para mim. Os tons escuros e pesados que eles usam misturados a voz suave e bonita da cantora. Muito inspirador para mim agora.

Beacon - Gravuty Pairs
Um álbum descontraído que cria uma atmosfera relaxante e imponente. Muito escutável em praticamente qualquer momento. A voz da cantora é linda e a programação é de muito bom gosto.

Robyn - Body Talk
Todas as letras cativantes e melodias que alimentam a parte pop da minha alma. Ela é uma fodona, eu nunca consigo o suficiente dela.

Bankss - Goddess
É muito difícil escolher um álbum singular que eu amo do Banks. Todos eles
tenha uma vibe refinada. Eu a escuto antes de sair ou se preciso sentir
capacitado.

Deixe aqui sua mensagem para seus fãs do brasil, Japão e do mundo!

É difícil expressar o quanto isso significa para mim ser reconhecida fora do meu quarto, onde comecei a escrever músicas mais da metade da minha vida. Obrigada a você por ser os ouvidos que fazem minha música existir.


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Entrevista e edição por @sarasthefanyribeiro 

Visions Of Atlantis: Assista o clipe para o novo single “Nothing Lasts Forever”

''Aqui está!! Aproveite o nosso novo vídeo para a música "Nothing Lasts Forever"!

Este é de longe o vídeo mais rico e mais emocionante que já lançamos. Veicula perfeitamente a mensagem universal da música que é viver o momento, valorizando o presente com nossos entes queridos, antes que eles partam… Filmamos este vídeo na bela Estíria, na Áustria, com a natureza e o antigo castelo “Rothenfels” como ambientes, para transmitir o aspecto atemporal de nossa mensagem. Apesar da triste conotação do tema da música, este vídeo não é sombrio para um vídeo de uma banda de metal, pois acreditamos que a mensagem geral seja positiva e toque os amantes da música de todos os gêneros e idades.

Dirigido por Cheap Shots Productions - Agradecimentos especiais a Phillip Steiner.

Como é que você gosta??'' 

Eve Desire anuncia novo disco “Prelude to Singularity”, e show com Noturnall

A Eve Desire, destaque no power metal sinfônico brasileiro, acaba de anunciar o disco de estreia “Prelude to Singularity”, que será lançado em setembro. Como se não bastasse de novidades, a banda foi convidada para abrir o mega show que unirá na mesma noite Noturnall, Mike Portnoy (Dream Theater), e Edu Falaschi (Almah e Angra), em Criciúma, no dia 17 de novembro. Mais informações serão liberadas em breve, nas redes sociais da Eve Desire.

O disco de estreia, “Prelude to Singularity”, será lançado em formato físico e em todas as principais plataformas de streaming. O trabalho contará com oito faixas, com produção de Thiago Bianchi (Shaman e Noturnall), e lançamento via Fusão Records. A Eve Desire é formada por Arya Medeiros Cappia (voz), Wagner Cappia (teclado), Vini Ramadoni (baixo) e Lauro Nightrealm (guitarra).

Gestado por meses, o álbum “Prelude to Singularity”, conta a história de um homem preso na Quinta Dimensão, acompanhado apenas da Morte. Como em uma história de Neil Gaiman, a figura da Morte é representada por uma mulher sábia, que fala com ele sobre o tempo, o espaço, e a vida terrena efêmera. Cada faixa é um pedaço do diálogo, contendo reflexões da conversa entre o homem, representando a humanidade, e a Morte.

Física Quântica é um dos temas centrais em “Prelude to Singularity”. A questão do Tempo, sob a percepção humana, a interação com ele, e qual é a visão da Ciência sobre este aspecto temporal. “Somos todos amantes da Ciência, da Física e da Matemática. Juntar Música e Ciência tinha tudo a ver com a gente”, define Arya Medeiros Cappia, vocalista da Eve Desire.

Após interferências pessoais que postergaram o lançamento do disco de estreia, a Eve Desire amadureceu musicalmente, tornando-se mais forte: “Este álbum significar mais um passo, mais um degrau alcançado. Foi feito com muita verdade. Uma erudição que nos fez emergir no disco”, relata Arya.

Acompanhe as novidades da Eve Desire:

Site Oficial: http://www.evedesire.com/
Facebook: https://www.facebook.com/EveDesire/
Instagram: http://instagram.com/evedesireband
YouTube: https://www.youtube.com/user/evedesiresinfonica

Top 10 álbuns da Deusa Helena Martins


History - Michael Jackson
Primeiro cd que tive na vida! Eu já era fissurada em MJ por conta do album Bad e do filme Moonwalk, mas quando eu ganhei o History de presente, ‘’cd’’ era novidade. Eu ouvia muitas vezes por dia rs

Get a Grip - Aerosmith
Primeiro cd de rock que eu comprei na vida. Eu simplesmente amava o Steven Tyler e a sua voz. 

These Days - Bon Jovi 
Jon foi um dos meus maiores ídolos quando era adolescente. Eu era doida por esse álbum, pq na época era o mais novo deles, e eu gostava muito do caminho mais moderno que eles tomaram. 

Há Dez Mil Anos Atrás - Raul Seixas
Eu ouço Raul desde muito criança por conta do meu pai e do meu irmão, e sempre gostei de tudo dele. Mas escolhi esse álbum por ter músicas como Canto Para Minha Morte, Meu Amigo Pedro, Ave Maria da Rua e Também Vou Reclamar, que eram músicas que me intrigavam muito quando era criança. Raul Seixas me influenciou muito tanto musicalmente/artísticamente quanto pessoalmente. Peguei gosto por questionamentos, filosofia e política por causa de Raul.

Jagged Little Pill - Alanis Morissette 
Quando eu ouvi a Alanis cantando pela primeira vez e vi alguns vídeos, eu realmente entendi que uma mulher podia ser tão fodona quanto um cara na música. Que mulher não precisava cantar lírico ou toda certinha. Que mulher podia ser quem ela quisesse no palco. Óbvio que outras mulheres poderosíssimas já tinham provado isso antes dela (Janis Joplin, Joan Jett, as irmãs do Heart, etc), mas conheci esse emponderamento quando eu era criança com a Alanis.

Wishmaster - Nightwish
A mistura do lírico com o peso da guitarras e bateria rápida me fascinou muito e me norteou por um bom tempo como cantora. Sempre tive consciência de que minha voz não tinha o mesmo estilo da voz da Tarja Turunen, mas me inspirou muito. 

Ritual - Shaman
Não sabia se colocava um álbum do Angra ou Shaman nessa lista, mas escolhi o Ritual pois foi um trabalho lançado na época que eu já estava cantando metal, e para mim, ele era extremamente inovador e único. O André Matos foi um dos vocalistas em quem mais me espelhei desde a época do Angra, mas no Ritual, além de todo o trabalho de arranjo musical ser maravilhoso, o André é impecável na interpretação das músicas. 

Scenes From a Memory - Dream Theater 
A primeira vez que ouvi esse álbum, eu fiquei em estado de choque. Ouvi TODAS as músicas atentamente, seguindo as letras no encarte. Tive uma mistura de sentimentos com a história que estava sendo contada ali. Fui sendo levada por cada melodia, pelo peso dos riffs, pela doideira das quebradas de tempo, que se encaixavam de uma forma extremamente coesa de acordo com cada parte da história que estava sendo contada. Tudo fazia sentido! Esse álbum sempre consegue me fazer chorar. 

Fallen - Evanescence 
Um álbum que me fez sair um pouco do ambiente de metal na qual eu estava inserida na época, e me fez ver o rock, de modo geral, de uma forma diferente. Sempre tive a tendência de gostar muito do pop, de melodias bonitas. Esse trabalho, pra mim, conseguia misturar os dois mundos. 

The Strange Case Of… - Halestorm
Não poderia deixar de mencionar esse álbum. Lzzy Hale é simplesmente a rainha de tudo! O poder da voz dela é impressionante. A minha maior inspiração da atualidade. 

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