Destaques

Política e esperança em disco da The Melties

Letras politizadas, densas e um som feito para a roda punk. Na busca de criar um material desafiador, surgiu “Hit Me”, disco de estreia da The Melties, de São Paulo. Igualitários até na formação, com duas mulheres e dois homens, eles falam sobre política, religião, anarquia, e também sobre esperança, representado nas batidas do coração de um bebê, na faixa que abre o álbum.

Riffs pesados, fortes linhas vocais e uma energia que explode a cada minuto. Como um Big Bang, as dez faixas do álbum “Hit Me” nascem da vontade de criar algo novo, de sair da zona de conforto. Para a sonoridade, a banda trouxe influência musicais que passam por diversos gêneros do rock, indo do Black Sabbath até o Alice in Chains, sempre com muita personalidade.

Durante a gravação do disco, a baterista engravidou, mas isso não impossibilitou que continuasse a tocar até os 5 meses de gestação. Depois deste período, a banda parou com as apresentações, mas continuou com as gravações do disco de estreia. O tempo fora dos palcos deixou o disco mais iluminado. O tempo para desenvolver as canções, deu liberdade para a criação sem amarras. Tanto é que a primeira faixa do álbum, “Noise One”, começa com o som das batidas do coração do bebê Deni, filho do Macci (baixista) com Thizzy (baterista).

“Queríamos passar um pouco dessa ideia de algo novo, como um início, um Big Bang, representado pelo coração do Deni. O que acabou sendo muito representativo, não só para a parte ‘grávida’ da banda, como para todos integrantes. Somos uma banda unida e todas as experiências pessoais escorrem para dentro da vivência da banda. Por isso, o nome ‘The Melties’”, explica Macci, baixista.
O que consolida a The Melties é, justamente, a indignação pelas injustiças na sociedade. Fruto do fatídico ano de 2013, a banda surgiu como um grito de resistência dos integrantes.

“Esse tipo de indignação, de revolta, de ficar com nó na garganta, passa para as músicas, até pela densidade das mesmas. O nosso primeiro EP, Rot Young (2015), é mais solar, até mais delicado e romântico. Já o álbum novo traz uma experiência nova, e nós amadurecemos. Conseguimos passar para as músicas o que sentíamos, depois desse tempo todo”, relata Macci.

A The Melties é formada por Jana (voz),  Thizzy (bateria), Jesus (guitarra) e Macci (baixo). A ficha técnica do disco traz Danilo Pozzani (gravação, mixagem e masterização), Bruno Wilk (foto de capa), Diego Canhisares (arte do álbum) e Osmar Lucas (foto da contra-capa).


Ouça o disco "Hit Me"

Spotify: https://spoti.fi/2CnpYY1
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/117525862
Apple Music: https://apple.co/2Q0Er3T

Eve Desire: Arya conta informações exclusivas sobre o álbum Prelude to Singularity



Arya Medeiro Cappia revelou ao Deusas do Rock informações exclusivas sobre o debut da banda Eve Desire, Prelude to Singularity, confira: 

"A capa do álbum foi feita por Carlos Fides.



Conceito: O conceito é a Simultaneidade das Dimensões. O Tempo, as consequências das nossas escolhas. E se pudéssemos ver a nossa vida sob outras dimensões?
O álbum é conceitual, e conta a história do Homem, que morre e encontra a Morte, que lhe mostrará o que ele fez com o Tempo. Sua relação com o Amor, as consequências e a possibilidade - ou não - de corrigir as más escolhas - de acordo com a interdimensionalidade abordada pelos estudiosos da física quântica.
O encarte vai ter a história ilustrada por cartas de tarot. Baralho de tarot da Eve Desire, onde vamos colocar uns enigmas matemáticos.



E vem clipe por aí. Com história e tudo mais. Em Janeiro de 2020.
Eu sou a Morte na capa. Dentro do portal. Os homenzinhos são versões do Homem."

A banda fará o show de lançamento do álbum dia 16/11 em Criciúma, confira o line up de peso:



Fique por dentro seguindo a banda no Instagram AQUI
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Brasiliense Mariana Camelo lança clipe “Asas pelo chão” com referências do DF

Foto por: Rafael Novak
A música “Asas pelo chão”, faixa do EP Fragmentos, lançado em dezembro de 2018, eterniza o desejo pessoal da cantora e compositora Mariana Camelo em alçar grandes voos profissionais e parte de referências de sua carreira no Distrito Federal, a capital do Brasil que foi criada a partir dos sonho de Dom Bosco que, ao chegar à região em 1883, viu um local especial que seria “a terra prometida” e que teria “uma riqueza inconcebível”.

Após 77 anos, Brasília seria construída a partir da parceria entre o urbanista Lúcio Costa e o arquiteto Oscar Niemeyer que conceberam o Plano Piloto, um projeto em formato de avião com dois eixos que formam os bairros mais famosos da cidade: a Asa Sul e a Asa Norte, as “Asas pelo chão” dos versos escritos por Camelo. Dinâmico, o clipe produzido pela produtora Bandas de Rock busca mostrar o cotidiano de shows da artista brasiliense e foi gravado também em cidades fora do Eixo como Guará, Taguatinga e Sobradinho.

Além de Asas pelo Chão, o EP Fragmentos possui seis músicas autorais e é um marco na carreira solo da artista, que decolou em 2013, quando encerrou o trabalho de quatro anos ao lado da banda Mariana Camelo & Os Mutais. Ouça a playlist no Spotify ou no Deezer.

 SOBRE A ARTISTA: Mariana começou a cantar aos 14 anos e já tocou em diversas bandas no Distrito Federal. Suas maiores influências vêm do hard rock, pop e blues, com sonoridade moderna e raízes do bom e velho rock n’roll.

 Formada em música pela Universidade de Brasília (UnB), além de cantar na noite e nos principais festivais do quadradinho, a musicista dá aulas em um projeto para crianças, o Mi Fá Sol Lá (Centro de Desenvolvimento Musical para a Infância). Em 2019, Mariana Camelo e banda já tocaram em diversos festivais e grandes eventos do DF, como o Capital Moto Week e o Moto Rock Gama, e foi selecionada para se apresentar no Porão do Rock em 26 de outubro. A cantora também concorre à categoria Artista Intérprete Rock para a 5ª edição do Prêmio Profissionais da Música (PPM – GRV Produções), que será realizado de 1º a 3 de novembro em Brasília.

 Em 2017, a artista foi selecionada pelo Toma Rock Transamérica para o Brasília Capital Moto Week. Em 2015, venceu a 2ª edição do concurso Uma Banda da Cidade, realizado pela Promove Produções, quando foi premiada para tocar no palco do Brasília Bier Fest.

 Em 2013, a cantora lançou o primeiro CD autoral, ainda como Mariana Camelo & Os Mutais, chamado Contradição e outras estórias. Também lançou dois singles: De onde a noite vem (2015), no formato Lyric Video; e Teu Mundo (2017); ambos disponíveis no Youtube.



INFORMAÇÕES: com Camila Bordinha (assessora de imprensa), pelo telefone (61) 99850-5183 ou 98249-6014 (que também funcionam como whatsapp) ou no e-mail camilabordinha@gmail.com.

Assista o novo clipe da Lyria: The Rain


A banda lançou nesse dia 12/09 o seu mais novo vídeo The Rain, veja e compartilhe: 


Lyria - The Rain (Official Music Video)
Album: Immersion | Get it on iTunes: http://bit.ly/lyria_itunes | Spotify: http://bit.ly/lyriaspotify
This song was inspired by an autobiographical poem written by our fan Warren Mayocchi about the Autism Spectrum. You can also find the lyrics of The Rain and Mayocchi's poem in his book "Human: Finding Myself in the Autism Spectrum". 
____________________________________________
Special Thanks:
Casa Santa Ignez
Alan Roque 
Alex Duca 
Alexandre Machu 
Brenda Martins Soto
Brian Northcott 
Daniel Johnstone  
Dirk Wouters  
Éric Brisebois 
Frank Wellwood 
Glen Diefenbach 
Glenn O'Keeffe 
Greg Hanson 
Jean-Marc Boll 
Joe Petrafassi 
John Latsch 
Juarez Quintanilha Aquino 
Keith McGillick 
Max Homsi  
Pedro Soto
Renato Marques 
Roger Jones 
Victor Finger 
Warren Mayocchi 
_________________________________
Song by Lyria
Lyrics by Aline Happ and Patrick Happ
Kid: Laura Naylor
Make up: Aline Happ
Clothing: Aline Happ and Regina Sampaio
Music video by: Vinicius Hozara (CS Music Videos)

Top 10 álbuns da Deusa Luana Caraffa - da Belladonna


The Doors - Strange Days
Quando eu era adolescente, esse álbum conseguiu me levar a um passado não especificado, talvez em lugares da mente que parecem permanecer inalterados ao longo do tempo. Mesmo agora, quando a ouço, sinto que estou lá - mesmo que não saiba exatamente onde.

Pink Floyd - The Dark Side Of The Moon
É simplesmente uma obra-prima. E hoje é ainda mais impressionante pensar em como essas músicas chegaram às pessoas sem a necessidade de confiar na imagem dos músicos. Era uma época em que a música falava e as pessoas podiam se conectar com ela sem precisar de mais nada.

Anthony and the Johnsons - I Am A Bird Now
Quando este álbum foi lançado, pensei que um milagre havia acontecido. Não consigo encontrar um adjetivo melhor do que "sublime" para descrever cada uma de suas músicas.

Marilyn Manson - Mechanical Animals
Um álbum glamouroso e decadente, com letras que o colocam em um cenário distópico, onde a revolução é um grito de plástico e você não tem escapatória.

Suzanne Vega - Solitude Standing
Um cruzamento entre minimalismo e narrativa, onde o cotidiano se torna um teatro sem holofotes ... um tipo de realismo visionário que sabe como levá-lo ao nexo de uma história sem bater na sua cara.

David Bowie - Hunky Dory
É um álbum sobre o qual você pode conversar por horas apenas para descobrir que ainda não conseguiu descrever sua beleza.

Fleetwood Mac - Rumours
As pessoas são divididas em duas categorias: aqueles que pensam que "rumores" são um grande trabalho de beleza estratosférica e aqueles que pensam o contrário. As pessoas da segunda categoria estão 100% erradas!

Bruce Springsteen - Born In the USA
É um álbum fantástico com músicas que podem conversar com cada um de nós e aprimorar nosso melhor lado.

Queen - A Night At The Opera
Costumamos falar sobre a voz e o carisma de Freddie Mercury como se essa força da natureza fosse o elemento-chave do Queen, mas nos concentramos pouco na majestade, na grandiosidade de suas melodias que estão entre as mais belas já concebidas. Este álbum é uma pérola preciosa e um exemplo de como os verdadeiros artistas fazem o que querem, independentemente do que os outros pensam (incluindo empresas de rádio e gravadoras).

Kate Bush - Hounds Of Love
Eu poderia descrevê-lo como a fusão de Art Rock e Pop Progressivo, como muitos fazem, mas para mim é simplesmente uma obra de arte única, a obra de um gênio.



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Top 10 álbuns especial por Dani Macchi - da Belladonna


Dead Can Dance - The Serpent's Egg
Tons arcanos e músicas carregadas com uma espiritualidade tórbida que parece ao mesmo tempo sagrada e pecaminosa. Este registro é uma escada para o céu e uma estrada para o inferno.

Joni Mitchell - Shadows and Light
Este álbum me ensinou que grandes composições se tornam sublimes apenas quando as músicas são tocadas por grandes músicos, tocando com convicção, paixão e personalidade forte.

Bob Dylan - Desire
A vibração cigana deste álbum é quase inebriante em sua beleza irregular, misteriosa, romântica, erudita e primitiva. Ele termina com a canção de amor mais profunda de todos os tempos, "Sara", escrita por Dylan para sua então esposa.

Hank Dogs - Bareback
Se houvesse justiça e bom gosto neste mundo, este álbum seria um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos. Canções folclóricas incrivelmente requintadas. Eu toquei esse CD inacreditável tanto nas últimas duas décadas que está arranhado agora.

Kate Bush - The Dreaming
O álbum mais sombrio, enigmático, obscuro e satânico da Queen of Art Rock.

Ennio Morricone - Frantic
Não é a trilha sonora mais conhecida, mas é mais nobre. Consegue evocar uma profunda nostalgia lânguida, uma sensação de desejo quase insuportável.

The Waterboys - This Is The Sea
A música grande que Mike Scott fez com este álbum foi e ainda é uma grande inspiração. Depois desse disco, nunca quisemos cantar sobre o crescente, mas sempre apenas, com orgulho e sem vergonha, sobre toda a lua.

Witchfynde - Give 'Em Hell
Meu álbum favorito do NWOBHM. seu rock sinistro, sombrio, cru e esotérico me seduziu na adolescência e me mostrou que se a música não leva sua imaginação a lugares onde normalmente ela tem muito medo de ir, então não é música.

The Beatles - Revolver
A discografia dos Beatles é a Bíblia de qualquer artista de música que se preze, e este é um de seus capítulos mais lindos.

Led Zeppelin - IV
Sim, existem dois caminhos pelos quais você pode seguir, mas, a longo prazo, apenas o que o leva a um toca-discos tocando uma cópia em vinil deste álbum é o caminho certo.

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[ENG] Top 10 álbuns by the Goddess Luana Caraffa - From Belladona


The Doors - Strange Days
When I was a teenager, this album managed to bring me into an unspecified past, perhaps in places of the mind that seem to remain unchanged over time. Even now, when I listen to it, I feel I'm there - even though I don't know exactly where.

Pink Floyd - The Dark Side Of The Moon
It is simply a masterpiece. And today it is even more impressive to think about how these songs reached people without any need to rely on the musicians' image. It was a time when music did the talking and people could connect with it without needing anything else.

Anthony and the Johnsons - I Am A Bird Now
When this album came out I thought a miracle had happened. I can't find a better adjective than "sublime" to describe each of its songs.

Marilyn Manson - Mechanical Animals
A glamorous and decadent album, with lyrics that put you in a dystopian scenario where the revolution is a scream made of plastic and you have no escape.

Suzanne Vega - Solitude Standing
A cross between minimalism and storytelling where the everyday becomes a theater without spotlights... a kind of visionary realism that knows how to get you into the nexus of a story without slamming it in your face.

David Bowie - Hunky Dory
It's an album that you can talk about for hours only to then discover you still haven't been able to describe its beauty.

Fleetwood Mac - Rumours
People are divided into two categories: those who think that "Rumours" is a major work of stratospheric beauty and those that think otherwise. People in the second category are 100% wrong!

Bruce Springsteen - Born In the USA
It's a fantastic album with songs that can talk to each of us and enhance our best side.

Queen - A Night At The Opera
We often talk about the voice and the charisma of Freddie Mercury as if this force of nature was the key element of Queen, but we dwell little on the majesty, on the grandeur of their melodies that are among the most beautiful ever conceived. This album is a precious pearl and an example of how true artists do what they want regardless of what others think (including radio and record companies)

Kate Bush - Hounds Of Love
I could describe it as the fusion of Art Rock and Progressive Pop as many do, but for me it is simply a unique work of Art, the work of a genius.

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[ENG] Top 10 Álbuns Special by Dani Macchi From Belladonna


Dead Can Dance - The Serpent's Egg
Arcane tones and tunes loaded with a torbid spirituality that feels at once sacred and sinful. This record is stairway to heaven and a highway to hell.

Joni Mitchell - Shadows and Light
This album has taught me that great songwriting becomes sublime only when the songs are performed by great musicians playing them with conviction, passion and strong personality.

Bob Dylan - Desire
The gipsy vibe of this album is almost intoxicating in its ragged, mysterious, romantic, erudite yet primal beauty. It closes with the deepest love song of all time, "Sara", written by Dylan for his then wife.

Hank Dogs - Bareback
If there was any justice and taste in this world this album would be one of the best selling albums of all time. Stunningly exquisite folk songs. I played this unbelievable cd so much in the last two decades it is scratched now.

Kate Bush - The Dreaming
The darkest, most enigmatic, most obscure, most Satanic album of the Queen of Art Rock.

Ennio Morricone - Frantic
Not his best known soundtrack, but its noir-est. It manages to evoke a deep languid nostalgia, a sense of longing that is almost unbearable.

The Waterboys - This Is The Sea
The Big Music that Mike Scott made with this album was and still is a major inspiration. After this record we never wanted to sing about the crescent, but always only, proudly and unashamedly, about the whole of the moon. 

Witchfynde - Give 'Em Hell
My fave NWOBHM album. its ominous, dark, raw, esoteric hard rock seduced me as a teenager and showed me that if music does not lead your imagination in places where it's normally too scared to go then it's not really music.

The Beatles - Revolver
The Beatles discography is the Bible of any self-respecting music artist, and this is one of its most gorgeous chapters.

Led Zeppelin - IV
Yes, there are two paths you can go by, but in the long run, only the one that leads you to a record player playing a vinyl copy of this album is the right one.

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Top 10 Especial por Christian Buchhaas (Morpheus’ Dreams)



1 - Rendez Vouz (Jean Michel Jarre)
2 - The Final Countdown (Europe)
3 - Pyromania (Def Leppard)
4 - Rising Force (Yngwie Malmsteen)
5 - Somewhere in Time (Iron Maiden)
6 - Seventh Son of a Seventh Son (Iron Maiden)
7 - The Book of Secrets (Loreena Mackennitt)
8 - Images and Words (Dream Theater)
9 - Episode (Stratovarius)
10 - Oceanborn (Nightwish)

"Porquês" de cada álbum: Como bom canceriano sou muito apegado ao passado, e cada um deles é como um marcador de tempo, de uma época ou momento que marcou muito minha vida. No aspecto musical cada um trouxe elementos diferentes para minha evolução como músico e compositor: teclados, música étnica e folclórica, vocal feminino, elementos progressivos, virtuosismo, gêneros diversos e formas diferentes de interpretar a música.


Matéria e Edição: @sarasthefanyribeiro

Links

Entrevista Exclusiva com Ina Forsman

Photo: Sebastian Furstenborg
"Oi, aqui é a Ina Forsman, convido a todos os seguidores do Deusas do Rock para ouvir meu novo album Been Meaning To Tell You disponivel em todas as plataformas digitais. Muito amor e paz a todos!"

Sabe quando voce se encontra entre o sol e a chuva, a sanidade e os devaneio e precisa urgentemente de uma corda para te puxar do buraco em que se encontra? A voz unica e marcante de  Ina Forsman foi exatamente a corda que me acordou do meu pesadelo particular. Ter a oportunidade de falar, entrevistar e o mais importante: ouvir o que ela tem a dizer, foi o que me imulsionou em um momento muito obscuro da minha vida. Posso de coração dizer a ela que agora está tudo "All Good". Confira a entrevista com alguém que relmente pode arrepiar sua alma:

Primeiramente, obrigada pela oportunidade. É uma grande honra poder fazer uma entrevista com uma artista que eu admiro desde o primeiro momento em que ouvi suas músicas (tão intensa) no Spotify. Qual foi o momento da sua vida em que decidiu ser cantora profissional? E o que fez ser o jazz e o blues necessariamente impactantes pra que isso acontecesse?

Eu tinha 6 anos quando falei que queria ser cantora quando crescesse. Através da minha infância e adolescência eu pratiquei sozinha no meu quarto, cantando as canções pop da época. Quando fiz 16 anos, comecei a procurar músicas mais antigas, como Aretha Franklin e Etta James, e nunca mais voltei. Eu sou profundamente apaixonada por soulfull e acho que é melhor em Jazz, Blues e Soul. Este também é o tipo de música que eu quero criar, música que faz as pessoas sentirem.

Sua voz é única e assustadoramente extraordinária. Confesso que fiquei surpreendida com o tamanho do talento dentro de seu rostinho de anjo rsrsrs! As pessoas ainda se surpreendem quando você abre a boca e solta a voz?

Eu ouço isso às vezes das pessoas, como é que essa grande voz vem de uma mulher pequena. Eu costumo responder que na verdade não tem nada a ver com o tamanho do corpo, mas o que ajuda é um par de pulmões grandes e cordas vocais bem treinadas :)

Quais foram suas principais influências musicais no início de sua carreira, e quais são as influências agora?

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Meus maiores influenciadores vocais são Etta James, Aretha Franklin, Gladys Knight, Donny Hathaway e Sam Cooke. Alguns influenciadores mais modernos são Beyoncé, Jazmine Sullivan e Amy Winehouse. (Nota da Editora: quando a ouvi pela primeira vez, pensei: seria a filha de Amy Winehouse com Adele)

Seu estilo de se vestir e usar seu cabelo é muito urbano e contemporâneo, o que você prefere mudar radicalmente? A cor ou estilo do cabelo?

Eu tentei muitos estilos e cores diferentes ao longo dos anos. Um dos meus looks favoritos é definitivamente a minha era "Marilyn Monroe" em 2016-17, quando eu usei um loiro curto que eu deixava enrolado a maior parte do tempo. Esse foi o look! Agora, pela primeira vez em mais de 10 anos, estou desenvolvendo meu cabelo naturalmente, e estou gostando muito do processo!

Você escreve suas músicas. Elas são sempre sobre experiências pessoais ou você também fala sobre diferentes assuntos e experiências de outras pessoas?

Eu sempre escrevo minhas músicas sobre minhas próprias experiências de vida, as boas e as ruins. Algumas músicas podem ser sobre um amigo ou um membro da família, mas ainda do meu ponto de vista.

Escolha uma música de cada um dos seus álbuns solos para representá-la nesse momento. Qual é o motivo da escolha?

Primeiro álbum: Pretty Messed Up. Essa música é a minha favorita do primeiro álbum. Curiosidade: Eu realmente queria nomear o álbum "Pretty Messed Up", mas minha gravadora achou que não era uma boa idéia, então eu decidi não nomear o álbum, ha! 
É uma música de separação, então todas as partes das músicas não representam onde eu estou agora, mas minha mensagem ainda é a mesma: Eu posso estar um pouco confusa às vezes, mas nunca vou me desculpar por ser eu mesma!

Linha favorita: "Eu sei que você vai entender que vai levar algum tempo. Eu só tinha que fazer as coisas do meu jeito para que eu nunca me desculpe "

2º álbum: All Good. Minha favorita do segundo álbum. Eu estou em um lugar muito bom na vida agora, na vida pessoal, assim como na minha carreira. Eu tenho grandes planos para o futuro e às vezes fico frustrada quando sinto que as coisas não estão se movendo rápido o suficiente. Essa música sempre me ajuda a colocar meus pés de novo no chão e me lembro de ser grata por tudo que já tenho.

Linha favorita: "Não tenho dinheiro, acho que ainda sou um pouco pobre, mas me sinto mais rica do que nunca "

Seu álbum de estréia solo auto-intitulado foi um enorme sucesso no Spotify, transformando-se em tema novela no Brasil (Now You Want Me Back - Pega Pega 2018), você esperava toda essa repercussão?

Foi tão louco quando eu descobri sobre isso! Eu estava me perguntando por que havia tantos comentários brasileiros na minha página do youtube. Então, mais tarde, um entrevistador perguntou sobre estar tocando minha música na novela brasileira e eu ficava tipo "Como? Serio? Em uma novela?". É uma loucura como um acontecimento como esse pode abrir uma nova conexão com um país que eu nunca achei que alguém iria ouvir minha música! Agora estamos trabalhando em uma turnê no Brasil, esperamos para 2020! 


Sem mencionar a grandeza das melodias e a maneira como você usa sua voz, como se você tivesse nascido para isso (o que é um grande fato). Conte-me tudo o que você sentiu quando escreveu e gravou Ina Forsman.
Photo: Hans Lehtinen

Durante a composição, eu passei pela minha primeira separação real depois de um longo relacionamento, então a maioria das músicas são reflexos dos meus verdadeiros sentimentos de todo esse processo. "No Room For Love" "Now You Want Me Back" "Pretty Messed Up" e "Devil May Dance Tonight" são canções onde eu canto sobre esse relacionamento e o final dele. A maioria das músicas, porém, eu escrevi algum tempo depois da separação, então eu já tive tempo de superar e tentar encontrar o amor de novo, ou pelo menos alguma companhia divertida. "Bubbly Kisses" "Before You Go Home" "Don`t Hurt Me Now" são a partir desse momento. Todos aqueles "Relacionamentos" acabaram indo mal rapidamente, o que foi ruim na época, mas ei, pelo menos eu consegui algumas boas músicas escritas!


Vamos falar sobre o seu novo, extraordinário, maravilhoso e totalmente salvador álbum, BEEN MEANING TO TELL YOU. Estou curiosa, por que a escolha do título? Qual é o conceito do seu álbum?
Photo: Sebastian Furstenborg

Eu escrevi "Been Meaning To Tell You" por três anos depois do meu primeiro álbum. O título é uma linha da música "All Good", mas eu não queria nomear o álbum "All Good", já que isso soaria muito feliz. Eu queria me desafiar enquanto escrevia as músicas. Eu queria escrever músicas sobre outra coisa a mais do que amor e relacionamentos, eu queria cavar um pouco mais. Eu escrevi duas músicas sobre o assédio sexual para as mulheres, "Whatcha Gonna Do" do ponto de vista dos homens, e "Why You Gotta Be The Way" das mulheres. Eu também escrevi uma música sobre violência doméstica "Miss Mistreated". Estas são algumas áreas que eu não ttinha ido antes com música, mas senti a necessidade de ir lá dessa vez. Falar sobre questões políticas na música é sempre um risco, já que a maioria dos ouvintes quer que eu entretenha não lecione ao ouvir música, mas eu senti que, para meu crescimento pessoal como artista e compositora, era necessário fazer isso. Claro que acabei escrevendo algumas canções de amor também, como "Genius", "Be My Home" e "Figure", e uma das minhas favoritas no álbum "Every Single Beat", que é minha Ode à música e performance.

All Good é seu primeiro single e carro-chefe do segundo álbum, e tanto a música quanto o vídeo nos trazem um sopro de paz e uma brisa fresca. Como foi a escolha do single e o conceito por trás do seu vídeo?

Eu tinha uma visão muito clara do videoclipe, queria que fosse em tons frios e positivo como a música. Eu também soube imediatamente que "All Good" seria o primeiro single quando eu escrevi a música. Eu queria "voltar aos negócios" com uma música positiva sobre auto-estima e apreciação. Eu senti que o mundo em que vivemos poderia usar uma música como essa agora.



Be My Home, Sunny, Figure e Who Hurt You Now chamaram minha atenção pela impressionante qualidade das letras (assim como todas no álbum), qual foi a sua motivação para escrevê-las? Qual é a história por trás?

"Be My Home" como a primeira linha diz "Eu gostaria de dadicaer esta canção para todos que eu amo". Eu queria escrever uma música para meus amigos e familiares que sempre têm meu suporte e aguentaram o peso de minhas costas e que sempre continuam me apoiando e me amando.

"Sunny" eu escrevi para a minha irmã Sani, Ela tinha 14 anos na época em que eu escrevi aquela música para ela. Eu mesmo gravei a primeira versão enquanto tocava ukulele e a enviei quando ela estava prestes a fazer sua primeira viagem sozinha para o Reino Unido como estudante de intercâmbio.

"Figure" é a minha música de amor mais honesta até hoje. Eu estava em um relacionamento muito difícil, e depois de uma das nossas lutas habituais eu escrevi a música em nossa sala quando ele estava no trabalho. Quando eu estava em Austin gravando o álbum, nós estamos tendo outra briga através de mensagens de texto quando eu estava cantando "Figure" na cabine de canto, você quase pode me ouvir chorar em algumas partes. Foi muito estressante então, mas agora eu acho um pouco engraçado como eu escrevi uma música sobre luta, e eu acabei lutando durante a gravação. O relacionamento era uma merda, mas me ensinou algumas lições muito valiosas sobre amor e relacionamentos.

"Who Hurt You" Eu escrevi para uma querida amiga minha que eu amo profundamente. Ela está lutando com traumas e vícios. É difícil ver alguém que você ama sofrer, mas o que é ainda mais difícil é ver essa pessoa tentando se curar com todas as coisas erradas, álcool, por exemplo. Você não pode consertar ninguém que não quer ser consertado, mas quando a auto-sabotagem deles está começando a afetar a vida de outras pessoas também, é hora de fazer alguma coisa. Eu escrevi essa música para ela como um lembrete amigável, que eu estarei aqui para ela, não importa o que aconteça, mas eu não posso salvá-la de si mesma. Ela me disse que ela odeia a música na verdade, sobre a qual nós duas rimos. Eu a entendo, quer dizer, você gostaria de uma música em que alguém lhe dissesse para "pegar sua merda juntos?" Ela está um pouco melhor hoje em dia, então se essa música a colocou na direção da cura mesmo que só um pouquinho, isso significa que valeu a pena.

Sunny a capella. O que posso dizer ou perguntar? Chegou à perfeição. Muito obrigada por isso e por ambos os álbuns. Eu fui apresentada a você através de um conhecido (Gabriel) numa época em que tudo estava desmoronando para mim. Você foi uma das razões junto com sua música para me dar força e continuar lutando. Eu só tenho que agradecer do fundo do meu coração.

Muito obrigado por suas amáveis palavras e grandes perguntas intrigantes! Minhas respostas acabaram sendo muito longas, sinta-se à vontade para encurtá-las para o seu post :) (Me sinto mesmo, vão continuar todas ai!)

Atenciosamente, muito amor:

Ina


Email: info@inaforsman.com
Tel: +49 173 8845333

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Interview and edition by @sarasthefanyribeiro (Deusas do Rock manager)

BREAK ME DOWN: Novo álbum "The Pond" a caminho

A banda italiana Break Me Down anuncia o lançamento de seu primeiro álbum completo intitulado "The Pond", lançado em 17 de outubro de 2019.
O álbum apresenta 11 faixas de Metal Alternativo, escritas e produzidas pela banda, gravadas e mixadas por Matteo Magni no Magnitude Studio.

Break Me Down é uma banda italiana de Metal Alternativo de Milão, formada em 2017.
Eles lançaram seu primeiro EP “Resilience” em janeiro de 2018, gravado e mixado por Matteo Magni no Magnitude Studio.
Entre muitos shows em todo o país, há alguns muito importantes como banda de abertura para artistas internacionais como: Crazy Town, a Torre de Babel de Joe Stump, Vinnie Moore e Lacuna Coil.

"The Pond" Tracklisting:

1. Your Game
2. If You're Brave
3. The Noose
4. Nightmare
5. Just Tonight
6. O.C.D.
7. New Hero
8. Goodbye
9. Look @ Me
10. Let It Burn
11. The Pond

DISCOGRAFIA
The Pond (álbum) - 2019
Resiliência (EP) - 2018 STREAM IT!

A BANDA
Irene Franco (vocais)
Laerte Ungaro (guitarras)
Morris Steel (guitarras)
Giuseppe "LoChef" Greco (baixo)
Fabio Benedan (bateria)

SIGA ABAIXO

Top 10 álbuns da deusa Naimi Stephanie - BrightStorm


1-Let Go (Avril Lavigne) 
Assim que eu ouvi esse álbum aos 12 anos de idade,passei a adolescência inteira Avrilzando rsrsrs...eu amava todas as musicas e inclusive por influência desse álbum comecei a tocar violão.

2- Under my Skin (Avril Lavigne) 
Só ouvia Avril da Pré-adolescência até os meus 17 anos.Para ser sincera,quado quero matar a saudade escuto até hoje rsrs amo todas as musicas.

3- Fallen (Evanescence)
 Aos 14 anos descobri o Evanescence e assim formei minha primeira banda "Fireword".Por total influência da dona Amy lee eu entrei de cabeça na minha carreira como cantora.Foram grandes momentos de shows todos os meses fazendo cover e quase todas as musicas do Fallen estavam em nosso repertório.

4- Never Mind (Nirvana) 
Nós tínhamos um grupinho "Grunge" na época da escola então,só falávamos de nirvana na época. Never Mind com certeza marcou minha vida na fase dos aparelhos mp4 rsrs.

5- American Idiot (Green Day) 
Nossa,eu amava esse álbum,todos os dias minha mãe saia para trabalhar e eu cuidava do meu irmãozinho de 1 ano então,eu assistia o dvd do Bullet in a Bible e era assim que eu  colocava meu irmão para dormir kkk...Hoje ele está com 13 anos e American Idiot é o álbum favorito dele,marcou com certeza.

6- Heaven and Hell (Black Sabbath)
 Eu era viciada nesse álbum e na potência vocal do Dio me influenciou muito,chegamos até a fazer um cover de Children of the sea​ em homenagem a esse álbum maravilhoso.

7- A Rose for The Apocalypse (Draconian) 
Assim que entrei para a banda de doom Les Memoires Fall em 2013, fui apresentada ao Draconian,então,quando ouvi esse álbum pela primeira vez fiquei maravilhada com a voz de Lisa Johanson mesclada com essa atmosfera sublime de guturais.Ouvia esse álbum varias vezes por dia. Lembro me quando meu noivo era  apenas meu melhor amigo e um dia nós fomos a praia ouvindo "Draconian"  (sei que estão pensando,"nada a ver doom metal com praia" rs) Escutamos esse álbum na viagem toda,marcou esse dia maravilhoso com esse álbum massa que para nós tinha tudo a ver.

8- Fever (Bullet For my Valentine)
Amo esse álbum,tive algumas decepções amorosas na fase de adolescente para adulta e esse álbum me fez companhia nessa fase.

9- Once (Nightwish) 
Entrando na fase Gótica rs...simplesmente amo.

10- Consign to Oblivion​ (Epica) 
Claro que não podia faltar essa banda maravilhosa neh? uma das grandes influenciadoras da BrightStorm. amo todos os álbuns e tenho a discografia completa em casa,mas acho que de todos esse foi o que mais ouvi.

Matéria e edição: Douglas

Exclusive Interview with Bec Hollcraft


When I came across the album Alive !! from BeccaChan, or simply Becca, I was just looking for Avril Lavigne products to buy on a very popular site right here in Brazil and I stumbled upon the announcement, which caught my attention by the completely entertaining cover and the fact that the CD is a Japanese edition (those that comes with OBI, DVD, bonus track and almost the singer does not come together lol), I love these editions, I was tempted to buy and bought. But do you know those albums that you have most never heard? So it was like that until the day (01/03/14), when I decided to listen to the whole album and BOOM: excellent, in my clear concept. The album is a mix of teenage bouts with love rejections and has the exact potential to play on the radio, all the songs are very sticky, but far from musical crumbs. The ideal ballad to listen in couple is Lose You Now, with a vocal ability to envy, Becca leaves a lot of famous singer in the slipper. Turn To Stone is my favorite, and, I´m Alive sticks too much, you will not stop listening for a whole day. And so I met that today, as she calls herself, Bec Hollcraft.


First of all, it's an honor to be able to talk to you, I'm so happy! What was the moment when you had the boom: This is what I want to do, I want to be a singer and songwriter at a professional level?

I am happy to be talking to you too, thank you for all your support over the years! For as long as I can remember, I’ve had the strong desire to sing and create music. I was very shy growing up, but also very emotional. Music was how I naturally expressed myself. I was told I was singing before I could speak! I wrote my first formal song at 10 years old, but I was constantly making up melodies before that.

Initially, what were your musical influences before you started composing?

I grew up in the 90s and early 2000s and was very influenced by pop music. I say Christina Aguilera taught me how to sing, but the Spice Girls taught me how to perform. This was obviously at a very young age. When I got into my teenage years, I was more influenced by rock music and icons of the 80s.

You are a smash hit in some countries, but especially in Japan, when you signed up with Sony Japan for the anime theme songs “Black Butler” and “Ultraviolet Code: 044”. How was it for you to make such a grand project and with an audience totally out of your comfort zone (since you were an American girl), did you imagine the proportion would take?

It’s true that I was out of my comfort zone. But I had an incredible team around me that guided me. Sony was so good to me, I am very grateful for those experiences. Looking back, it feels like a dream.

Your first single was #1 at the International Singles Charts in Japan! Imagine that! For an American, it's like a prize with a mixture of gratitude. Alive!! Both, the album and the singles are impressive. It has amazing vocal and harmonic quality! How was the production and composition of the album?



I am very fortunate for the hard work of the team I had around me during that time. It’s still hard to process those accomplishments! A dream I had really did come true. The making of the album was challenging and fun simultaneously. I was young, but I had a lot to express. I also felt a lot of pressure at that time. I think there is always an inner rebellion for a teenager and a person in their early 20s. There’s a lot of entitlement, and thinking you know everything when you really have so much to learn. The creative process can be very revealing to who one is at their core. Making music is very different for me now.



I have my favorites in Alive!! Obviously, “I'm Alive” (lol), “Turn To Stone”, “Outside Of You” and the wonderful cover of “I Drove All Night” (Cyndi Lauper). What are your favorites and why?

Thank you for your kind words, it means the world to know my music resonated with you. You have to remember, this album was made over 10 years ago! So it’s a little strange for me to look back. The song “I’m Alive” was written after a friend of mine had passed unexpectedly. That was one of my first wake up calls. Understanding the fragility of life. I am proud of where that song went.

The success was repeated in 2009 with Shibuya, single from your second album Tokyo-O-Ing, yielding a feat. with Hatsune Miku. How was all this experience?

Honestly, very odd! I was like…wait…I’m doing a duet with a computer? I didn’t understand haha! Today it’s not as shocking of an idea. But I thought it was cool nonetheless and it is truly amazing to see the broad reach of Hatsune Miku and how she has expanded out of the Japanese market. I loved being able to sing about Tokyo, forever one of my favorite places. All of Japan feels magical to me.


Jumping to Stars in Stereo, what debut album was this? I felt hit by a truck. Seriously, I've never heard anything like it and so distinct. What is your participation (besides the vocals) in the composition and production of the album?

Thank you! I co-wrote all of the songs. It was a little different, writing for a band than writing for myself. A lot balancing of different personalities, which could be exhausting at times! But of course being able to create albums is an incredible thing. I didn’t realize how much work it was until I became an independent artist. I am grateful for all the opportunities that band brought me as well. We actually composed 3 albums in a few short years and were working on our fourth when the band parted ways.

I'm in love with the album as a whole, it brings something that somehow, besides touching my soul deeply, made me reflect on where I wanted to go and be, my mistakes, my hits. From my point of view, it was an album that told me this: I'm your best friend, feel like you're not alone. What is the concept behind the album?

What a nice message you received from the music! We were writing mostly from the perspective of a unit and our shared experiences. We definitely wanted our listeners to feel a safe space within our music. We wanted to share our vulnerabilities. To be able to leave a lasting, positive impression.

Three songs are still timeless for me: “The Broken”, “Every Last Thing” and “Queen of Catastrophe”. They are very intimate, heavy and true. You pass it on in your voice when you sing it. Your interpretation of the 3 songs is like tearing my skin. What did you feel at the time of the recording? Were personal experiences?

Sometimes singing makes me feel like my skin is tearing too. I am bringing my deepest feelings to the surface. I’ve always felt a bit…broken. These songs were a way for me to express that. To be a voice for those who feel like they can’t speak. I feel a responsibility to tell a story with my voice. To be raw. But to also be strong.

“Leave Your Mark”. Erotic. Sexy. Aggressive and completely exceptional. I want your point of view about the album: concept and experience and even how your voice brought tracks full of sexual tension. Tell me everything!

I feel one of the most powerful things a woman can do is to own her sexuality. This has been a struggle for me since day 1. I have struggled in my body, in my gender, and in my sexual orientation. I made the decision to break these insecurities wide open and own them instead. I decided to be the master of my mentality. The dominatrix of my destiny. It was very uncomfortable at times, and still is. But I chose to use music as my armor. I could sing about these feelings I’ve but also feel protected by the platform at which I did it.

SinS opened to high caliber bands like Halestorm, what does it feel like to have a fully visible work worldwide?

It was a blast doing those tours, and to be able to tour with talented women that I could look up to. I learned a lot. Touring was like the college experience I never had. I have many unique memories to look back at fondly.

You were one of Revolver Mag's 25 Hottest Chicks in Hard Rock & Heavy Metal, what was your reaction when you found out?

I was ecstatic! Happy for what that meant for the band. I didn’t take it as meaning much for me personally. I think it’s odd to rate anyone in that way but I also understand the relevance.

Unfortunately, Stars in Stereo ended in 2015 (but the band's albums are still on Spotify), you can't find the band's official videos, but below are some that will make readers shiver. Have any specific reason to disband, would you rather not talk about it or was it a consensual decision?

I had no say in the removal of the music videos, and it was very disappointing. I felt like a victim at that time, but I no longer allow that mentality. We were people who at the time were focused on what made us different, not on what made us similar. It is sad to me the way things fizzled out. I don’t feel the need to get into details as I don’t desire to perpetuate negativity. I am on great terms with all of the members except one, but I wish him the best. Everyone deserves a chance at happiness. (publisher's note, I uploaded them all on my channel, with permission from Bec <3)



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What are your musical influences now?

I have become more interested in electronic music. IAMX, aYia, and Banks to name a few. I like my music dark and sexy, melodic and dramatic. I listen to techno more than anything else. These days I like to lose myself in music. I’m not interested in hit songs or the “smartest” lyrics. I’m interested in what emotion the music is giving off. What world it’s creating.

What has changed musically and personally from Becca- Alive!! To today's Bec Hollcraft?

Musically I am an independent artist so it feels like everything has changed. I have to approach music from a completely different head space. It’s good because I have all the control, but that can also be daunting. I am still formulating what I want to do. I am influenced by so many things. It’s hard to put myself in a box and I don’t want to. I want to be expansive.

You have a project called Wholecraft, where you released “Vanishing” and “Last Survivor”, singles totally unlike anything we heard from Bec Hollcraft. Always innovating, the songs are electronic, sexy and dancey, which we can conclude that you are magnificent in all musical styles. Tell me more about Wholecraft, what is the concept (I think you realized that I love knowing the concept of everything you do) and if you want to continue the project.



I am honored that you have followed all the twists and turns of my career. I am sure it can be confusing, all the different projects I’ve been a part of and styles of music I release. Wholecraft is like the attic of my mind covered in cobwebs that I am intrigued by and equally terrified of. There are many songs I haven’t released as I’m still figuring out how to produce them. It’s the evolution of my taste in music, but also the type of music I was always fearful of doing, even though it’s what I’ve always wanted. I’m not concerned with being marketable. I’ve had feedback in the past that I’m “too dark” or “too sad” or “too minor” etc. Wholecraft is my “yes I write sad, dark songs and I’m not trying to please anyone but myself so listen if you dare” project. So, thank you for daring!

Your hair changes are amazing! Which one is your favorite?

My hair is an extension of my self-expression. My creativity. I am loving being a blonde for the first time ever!

What are your ongoing and future projects?

I am always writing. Whether it’s for me and my various projects, or for others. It’s all still formulating. I am terrible at making plans, better at seeing what happens from the work I put in. But there will be more! Always.

List top 10 albums you love and why:

Wow, 10 is a lot. I am going to stick with 5 because my brain can’t even think about 10 right now! I will do my favorites as of late, since my taste is constantly changing.

IAMX – Metanoia

I love all of Chris Corners’ creations, but this particular album has so many catchy songs. I first discovered IAMX when a friend heard some music I was producing for my project Wholecraft and said it reminded her of his music. It blew my mind when I listened to IAMX for the first time. Never had I heard music that I felt so personally connected to. I feel like he’s in my mind. It’s everything I like. Dark, creepy, dramatic, sad, moving, sexy. I feel it all.

aYia – aYia

I just discovered this group. They sound like the future. Their programming choices are perfection to me. The dark and heavy tones they use mixed with the singer’s soft and beautiful voice. Very inspiring to me right now.

Beacon – Gravity Pairs

A laid-back album that creates a relaxing and un-imposing atmosphere. Very listenable at pretty much any time. The singer’s voice is beautiful and the programming is very tasteful.

Robyn – Body Talk

All the catchy lyrics and melodies that fuel the pop part of my soul. She’s such a bad ass, I can never get enough of her.

Banks – Goddess

It is very hard to choose a singular album that I love from Banks. All of them have a refined vibe. I listen to her before I’m going out, or if I need to feel empowered.

Leave your message here for your fans from Brazil, Japan and the world!

It is hard to express how much it means to me to be recognized outside of my bedroom where I began writing music over half my life ago. Thank you for being the ears that make my music exist.

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Interview and edition by @sarasthefanyribeiro 

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