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"O site Insign.com, entrevistou Amy Lee sobre o material e performances da volta da banda.

Confira abaixo a entrevista traduzida:


 Após uma longa pausa, algumas mudanças na formação; e Amy Lee, Terry Balsamo, Tim McCord, Troy McLawhorn e Will Hunt ainda estão fazendo shows lotados para fãs histéricos. A banda vencedora do Grammy está agendada para fazer um show no Singapore Indoor Stadium no dia 27 de fevereiro, em apoio ao seu terceiro, auto intitulado álbum de estúdio, lançado em outubro do ano passado.
A banda, que conta com os vocais distintos de Amy Lee, é conhecida por hits como “Bring Me To Life” e “My Immortal”.
Colaborando com o aclamado produtor de rock Nick Raskulinecz (que anteriormente trabalhou com bandas como Foo Fighters e Deftones) provou ser um movimento muito experiente, culminando em um álbum o qual a banda está muito orgulhosa.
 
 
A música do Evanescence mudou desde o lançamento do álbum “Fallen”?
Com certeza. Algumas músicas do Fallen foram escritas quando eu tinha 15 anos, e agora tenho 30! Eu cresci, e a banda também em muitos sentidos. Eu sempre quis que a minha música representasse quem eu sou, e as coisas que eu amo. Eu sempre fiz músicas que eu amo ouvir, e meus gostos mudaram – eu diria que existem muito mais variações agora. De sons, emoções. O som da banda ficou mais sólido, e as letras ficaram mais confiantes.
Em que tipo de direção a banda está indo, em termos de música?
Este álbum parece o próximo passo natural para nós. Ele realmente mostra a força nessa formação, a dinâmica entre nós. É um álbum da banda. Eu acho que terminou perfurando mais que qualquer coisa.
O Evanescence entrou em uma pausa de dois anos, o que inspirou vocês a voltarem?
Eu me casei e queria uma vida normal. Não havia nenhum plano para o Evanescence por dois anos enquanto eu apenas esperava me sentir inspirada para tomar o próximo passo. Eu fui a shows de outras pessoas. Eu pintei e visitei galerias de arte. Eu passei um tempo com a minha família. Eu precisava me encontrar novamente e as composições nasceram de um lugar totalmente real e natural, como deveria ser – como no início.
Você pode nos falar mais sobre o álbum auto intitulado?
Eu brinquei muito com teclados, órgãos e samples durante o processo de composição – não completamente diferente fazendo o The Open Door- mas desta vez, nós continuamente buscamos por algo impressionante na nossa música. Foi um pouco de temática, não sei porque – acho que reflete a minha fascinação pelo desconhecido.
Qual a sua música favorita que a banda já escreveu?
Essa pergunta é impossível, eu nunca poderei respondê-la. Todas significam algo diferente para mim.
O que te fez/inspirou você a procurar um estilo dark / gótico?
Não sou gótica! Haha. Nunca fui. Meu senso de estilo é apenas mais uma forma de me expressar. Combina com a música – dark e muitas vezes angustiada mas com salpicos de cor/vida/atitude.
Então, você tem tocado harpa, alguma chance de vermos você tocar ela ao vivo?
Eu já toquei harpa duas vezes. Uma vez no Tonight Show quando eu cantei "Sally's Song," e no Natal passado, em um acústico especial para Sirius. É desafiador e divertido! E DESAFIADOR!
Qual foi a primeira coisa que você fez/faria quando chegar à Cingapura?
Bem, é a minha primeira vez, então eu realemente não sei! Se for como o resto desta turnê, começaremos com uma longa fila na alfândega, seguido por encontrar alguns fãs loucos no aeroporto, seguido de um bom banho, e depois um excelente show!
Os fãs esperaram muito tempo para um show do Evanescence em Cingapura, algumas palavras aos fãs?
Não posso esperar para conhecê-los e estou muito feliz de finalmente estarmos indo para Cingapura! Obrigado por escutar nossa música e por fazer possível que façamos algo tão incrível quanto viajar pelo mundo para tocá-la!





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Obrigada por conceder a entrevista traduzida, EvShadow.

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