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Aproveitando a passagem da eterna musa do vocal lírico ao Brasil, Tarja Turunen, a equipe do ROCKPressBrasil bateu um papo com ela, confira abaixo.
RPBR: Obrigada por nos encaixar, Tarja!
Tarja: Um prazer!
RPBR: Queríamos saber qual a diferença, em termos musicais, entre o Nightwish e sua carreira solo?
Tarja: O processo de composição é diferente... Uma vez que eu não compunha na banda e agora eu escrevo sozinha ou com outro compositor. Eu não faço idéia do que a banda vem fazendo hoje em dia, então o que eu posso dizer ou comprara é da época que eu estava na banda. Minhas músicas são algo mais progressivo, mais pesado ou direto do que as músicas do Nightwish eram na época e não são apenas músicas de Heavy Metal, elas não devem soar dessa maneira. Algumas delas são influenciadas pelo Metal, outras, por outras tem influências de outros gêneros musicais. Há várias mudanças de dinâmicas entre as músicas através dos meus álbuns e não dá para classificá-lo somente como álbuns de Heavy Metal, mas, ao invés disso, dizer que são álbuns de uma determinada artista. A produção dos meus álbuns também é diferente, uma vez que uso os meus vocais bem mais à frente na mix (N.R. - Mix é a fase de mixagem, feita após a edição das músicas, onde se pode "controlar o volume" de instrumentos, vozes e samplers) e a orquestração e o coral também tem mais espaço nessa parte da produção.
RPBR: Como é tocar com o Kiko Loureiro?
Tarja: Ele é um guitarrista muito talentoso e, a partir do momento que eu o conheci, tem sido um prazer trabalhar com ele. Ele é sempre muito gentil e muito educado.


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