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EMI Music Argentina divulgou uma entrevista com o Evanescence,Onde a banda fala sobre álbuns,singles,regras,turnê e fãs.veja 

Você esperava essa incrível volta? Você estava surpresa com as reações positivas?

Amy: Está sendo bem legal estar de volta, especialmente depois de estar fora da fama. Acho que estou tendo um novo amor pelo o que estou fazendo. E sim, as reações estão sendo bem legais. Estar em 1º lugar das paradas nos EUA e em outros lugares foi como uma surpresa e um sentimento de conquista.

Com qual álbum foi mais satisfatório estar no 1º lugar das paradas nos EUA? “The Open Door”, em 2006, ou com “Evanescence?

Amy: É difícil de dizer, sempre é legal ter pessoas gostando do seu trabalho. A gente não pretendia estar no topo das paradas, mas foi bem legal. Isso significa que ainda há pessoas por aí escutando a nossa música. Foi legal que aconteceu com o “The Open Door” e é legal que aconteceu dessa vez também. São dois sentimentos igualmente legais.

Você estava nervosa antes do show em Nashville em 17 de agosto de 2011?

Troy: Todos nós estávamos um pouco nervosos naquele dia. Foi nosso primeiro, estivemos sempre juntos no espaço de ensaio por muito tempo, é um sentimento completamente diferente quando você toca seu primeiro show em um ano.
Tim: Tivemos que seguir em frente e fazer o show acontecer.
Amy: Sim, eu estava nervosa indo para esse show, mas assim que entrei no palco, me senti incrível, apenas senti que estava de volta ao trabalho de novo, fazendo algo que gosto muito.

Qual é o seu show favorito da turnê até agora?

Amy: Tivemos um show muito divertido na Cidade do México, estivemos fazendo alguns shows por lá, o último foi ótimo, o público foi o melhor de todos dos outros shows. Em Tóquio foi especialmente legal, talvez porque eu estava mentalmente preparada para que o público fosse um pouco mais reservado, porque é assim que é no Japão.

Sua turnê mundial tem sido um sucesso ao redor do mundo, você tocou em lugares que você nunca esteve antes. Qual foi a experiência mais inspiradora até agora?

Amy: Tivemos muitas experiências legais, viajamos ao redor do mundo e vimos coisas que nunca vi antes.
Troy: Acho que o show mais inspirador foi no Prêmio Nobel da Paz.
Amy: Foi um momento muito legal.

Pessoas de países diferentes ao redor do mundo parecem amar o Evanescence. Por que você acha que é assim? Quais lugares se destacam?

Amy: Conseguimos fãs muito legais. Essa é uma coisa especial, especialmente quando o inglês não é a língua deles, você vê as pessoas se unindo por causa do poder da música, isso me inspira muito. Temos fãs muito poderosos, principalmente no Brasil, Argentina… esses lugares. Ok, na Grécia também. Sempre sinto que o Japão é como nossa segunda casa, temos muita sorte de sermos capazes de ir a vários lugares legais.

Você notou a diferença entre os fãs que vieram a seus primeiros shows e os dos dias de hoje? Existe um tipo específico de fã do Evanescence?

Amy: Acho que não existe um tipo específico de fã de Evanescence, nos shows, vejo todos os tipos diferentes de pessoas.
Troy: Me surpreende ver a quantidade de fãs homens que nós temos, essa é uma banda bem diferente, a maioria dos caras gostam de músicas bem pesadas.
Amy: Eles não estão lá só por causa das namoradas!
Tim: Eu vejo pessoas velhas, isso é loucura!
Amy: Elas gostam da nossa música porque é pesada, só que diferente, e aí tem os mais novos que amam não sei por quê. Nossa música é pesada para os caras gostarem.

O próximo single será “Lost in Paradise”.

Amy: Eu amo essa música, não era para estar no álbum. Ela estava guardada, eu gostei muito dela, mas não achava que era para o álbum, era só uma simples demo de mim tocando piano e… aí a mostrei ao Nick e ele quis colocar a banda nela. Estou bem feliz que ela será single.

Quais são seus planos para 2012?

Amy: Só fazer shows para apoiar esse álbum, estamos orgulhosos dele. Estamos curtindo ver nossos fãs de novo depois de um tempo, então, esse ano será todo focado em ir a todos os lugares que podemos.

Como você se prepara para uma turnê grande como essa? Como você deixa sua voz em forma?

Amy: Não sei se já me senti preparada para deixar minha casa por uns dois meses. Seria legal fazer shows durante a semana e passar os finais de semana em casa. Você coloca na mala tudo que pode e deixa as coisas que você precisa e leva coisas que você não precisa. Quanto à voz, às vezes fico doente durante a turnê, essa é a pior coisa, sempre tento evitar isso. Bebo muita água para me manter hidratada, bebo chá e essas coisas.

Você está prestes a entrar no circuito dos festivais europeus mais uma vez durante o verão. Você está ansiosa para tocar em algum festival?

Amy: A gente vai tocar com Marilyn Manson, Soundgarden… Todos eles são legais, tem outros que também são legais. Não sei quem mais vai tocar, estou ansiosa para assistir o Marilyn Manson. Essa é a coisa mais legal sobre festivais, você vai a um show e faz um show.

Nos diga três regras dentro da banda quando vocês estão em turnê.

Amy: Regras? Acho que não estabelecemos regras… Ir para o show a tempo…
Troy: Não seja preso.
Amy: Ficar positivo.
Troy: Não perca seu passaporte.
Amy: Essa é boa! Essa é uma regra de verdade.

Haverá um show sem “Bring Me to Life”?

Amy: Eu gostaria que isso acontecesse! Não terá um show sem “Bring Me to Life”? Sei lá, você quer dar a seus fãs o que eles querem. Não queremos fazer isso com as pessoas, sabe, tirar o grande sucesso ou música favorita. Nós amamos nosso novo álbum, estamos tocando mais músicas dele do que dos outros álbuns, mas é claro que vamos tocar músicas do “The Open Door” e “Fallen”. Isso faz a multidão ir à loucura.

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